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domingo, 23 de dezembro de 2007

O que Ver em Veneza


Veneza é das cidades mais fantásticas que se pode conhecer e seria optimo se todos pudessemos visitá-la pelo menos uma vez na vida.
O que vamos descrever abaixo não é tanto os locais que tem de visitar, mas tão pouco os locais que vai acabar por encontrar.





Se tivessemos de escolher todos os sitios que valem a pena conhecer na ilha não seria possível descreve-los em tão pouco texto.
Fique então com uma pequena descrição de alguns locais de excelência da maravilha italiana.






Veneza é uma cidade que pede para se perder nas ruas , seguir as pessoas, comprar souvenirs, comer bem, desfrutar da paisagem...
Claro está que existem pontos fulcrais que não pode perder tais como a Ponte do Rialto, a Praça de São Marcos, o Palácio dos Doges e o Grande Canal.

Mas isso são coisas que são impossíveis de perder.

Todas as ruas têm indicações para o Rialto e para São Marcos, tal como a fotografia demonstra.
É muito fácil percorrer as labirínticas ruas da Serenissíma e chegar aos sitios mais afamados..um pouco como "todos os caminhos vão dar a Roma", em Veneza todos os caminhos vão dar ao Rialto ou a S.Marcos.


As ruas talvez por serem pequenas ou como reflexo dos milhões de visitantes que Veneza recebe por ano estão quase sempre apinhadas de gente e nem sempre é fácil voltar a um local onde vimos algo especifico à venda ou algo que nos fez dilatar as pupilas.

A nossa recomendação é que compre de imediato aquele objecto que o maravilhou pois apesar de não ser uma cidade grande é também algo confusa e pode não voltar a encontrar aquela ruinha onde tinha algo que quis comprar mas pensou que podia fazê-lo mais tarde.
Tirando os locais de culto e reconhecidos como atracções principais, todos os outros locais podem ser dificeis de revisitar a não ser que tenha uma memória de elefante e um gps no bolso.


Ao contrário do que os guias dizem Veneza não é uma cidade cara, antes pelo contrario, por isso vá preparado para comprar souvenirs fantásticos a preços muitas vezes reduzidos.







Uma máscara veneziana pode rondar os 20€ numa banca de rua.





Claro que se quiser uma máscara especifica ou “diferente” então tem de comprar numa loja especializada, como a Ca' del Sol ou a Bottega dei Mascareri (mesmo no centro do mercado do Rialto) que fizeram máscaras para o filme Eyes Wide Shut e outros filmes de Hollywood cujos preços ascendem os 80€.

Mais cara ou mais barata, compre..É uma excelente recordação e marca da cidade, um souvenir bastante popular e pode tão cedo não voltar a Veneza. Se acabar por não comprar vai certamente mais tarde arrepender-se.

Vá por onde for é uma questão de tempo até encontrar o Grande Canal.


O Grande Canal circunda toda a ilha de Veneza mas é atravessado por apenas 3 pontes: a Rialto, a Accademia e a degli Scalzi, e está uma quarta a ser construída logo à saída da Ferrovia de Santa Lucia que a liga directamente à Piazzale de Roma - A Ponte di Calatrava.

Depois claro que existem centenas de pontes minúsculas que atravessam os pequenos canais que banham a ilha.

O Grande Canal, a “auto-estrada” veneziana, é mesmo muito grande, tem cerca de 4km de comprimento, cerca de 70metros de largura e aproximadamente 4,50m de profundidade sendo apenas um dos 177 canais que atravessa a cidade. Começa na Piazzale de Roma e termina na Piazza de San Marco.


Serpenteando pela cidade, nas suas margens podemos ver elegantes palácios, luxuosas gôndolas, ferries, lanchas-taxi, barcos da policia, barcaças com os produtos frescos do dia a navegar pelas águas nem sempre calmas do Grande Canal.

A meio do trajecto do Grande Canal vai encontrar a mais famosa das pontes venezianas, a ponte do Rialto.


A ponte do Rialto é o um dos "ex-libris" da cidade. Tem 28 metros de comprimento, 8metros de altura e foi construída em 1588. Os principais arquitectos do século XVI Miguel Ângelo, Sansovino e Palladio entraram em concurso público para a construção desta ponte. Todos eles perderam para António da Ponte.
Neste local anteriormente existiam 2 pontes, uma de madeira que ruiu pelo excesso de peso e mais tarde uma ponte levadiça que se abria para a passagem de barcos à vela com grandes mastros.


A ponte degli Scalzi, provavelmente a primeira ponte que verá se chegar de comboio à cidade, tem 40 metros de comprimento, está elevada a 7 metros de altura e foi construída em 1934 em pedra como objectivo de substituir uma ponte de ferro austríaca.

A ponte dell Accademia, a famosa ponte de madeira, foi construída em 1932 e foi considerada uma ponte temporária até que uma estrutura mais substancial fosse construída. Manteve-se até hoje a pedido dos habitantes.


A quarta ponte ainda a ser construída é a Calatrava que liga a Piazzale de Roma à estação de caminhos de ferro da cidade: Santa Lucia.

Uma outra ponte, famossissima pela sua história, não atravessa o Grande Canal mas toda a gente a quer fotografar.
Falamos de Ponte dos Suspiros.


Pode atravessa-la quando visitar o Palácio dos Doges e era por esta travessia que outrora os presos passavam das prisões adjacentes ao Palácio para o local da sua execução.
Reza a história que o seu nome deve-se aos suspiros que os presos davam quando viam pela última vez o céu e o mar de Veneza.


A atracção principal de Veneza é sem dúvida a Piazza de San Marcos.
Uma das mais bonitas e requintadas praças europeias de gigantesco movimento e concentração de pessoas.

É aqui que vai encontrar a Basílica, o Campanilo, o Palácio dos Doges, a Torre dell'Orologio, as Colunas de San Marco e San Teodoro, a Procuratie Vecchiae e Nuove, a Piazzeta, o Cafe Florian (conhecido por ser o primeiro café da Europa) e onde pode sempre comprar uma saca de milho por 1€ e alimentar os pombos, para tirar aquela foto turistica frequente.


A Basílica de San Marcos é um magnificente edifício bizantino que domina a Praça e foi construído para mostrar o poder da República Veneziana e para guardar o túmulo de São Marcos. Sendo utilizada como a capela do Doge, realizaram-se aqui coroações, enterros e procissões, luxuosamente emoldurados por mais de 4000 metros quadrados de mosaicos, tesouros orientais e 500 colunas que remontam ao século III.

Prepare-se pois irá deparar-se com uma fila gigante para entrar e depois ser barrado à entrada pois não se pode entrar com mochilas e sacos na Igreja. Antes de se colocar na fila veja o mapa que se encontra no início da fila onde pode guardar os seus pertences. Preste também atenção à indumentária pois pernas e ombros à mostra não entram.

Se não quiser perder tempo na fila e se não viaja sozinho então entre à socapa e passe à frente de toda a gente. Deixe alguém de guarda com as mochilas e entre na Igreja como se já tivesse estado na fila e tivesse ido guardar os sacos. Existe uma entrada especial paralela à fila principal que não tem fila.
Não é muito bonito mas pode ser necessário.

Confira aqui os horários pois variam conforme a altura do ano e o preço das visitas ( a visita somente à Basílica é gratuita).


Dentro da Basílica pode ainda ver, na fachada ocidental (exterior) uma sucessão de cúpulas, arcos, colunas, estátuas de mármore e azulejos que data desde o século XIII e ainda o magnífico altar com jóias incrustadas feito em Constantinopla em 976 (e que entretanto já sofreu aumentos), conhecido como Pala d’Oro.
Olhe para cima e admire a Cúpula de Pentecostes onde os mosaicos ilustram a descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos. Diz-se que foi a primeira cúpula a ser ornamentada com mosaicos.
Pago à parte visite o Tesouro, onde pode ver obras desde os tempos medievais e onde poderá ver pedaços da Cruz de Cristo.









A imagem do Café Florian, o primeiro café da Europa e um dos mais requintados cafés em todo o mundo.







Outro local que tem de visitar e disfrutar das vistas que oferece é o Campanilo ou a Torre dos Sinos.
Encontra-se também na praça de São Marcos (em frente à Basílica) e é impossível não ver pois é o edifício mais alto da ilha, tem 98,6metros de altura.

Outrora um farol, salão de tortura e torre de vigia foi construída em 1514, porém o edifício que presentemente subimos é uma reconstrução, pois a original caiu em 1902 após o grande terramoto que abalou Veneza.

Prepare-se também para uma fila enorme para entrar e não se preocupe pois a subida faz-se num elevador até ao topo. A entrada custa 6€ e pode ficar o tempo que quiser no interior.
45 minutos chegarão para se fartar mas é visita obrigatória dada a paisagem que oferece.

Em baixo uma foto tirada do topo a provar que vale a pena a fila de espera.



Se a foto não o convenceu..então veja o vídeo...



Se quer visitar museus então dirija-se ao Palácio dos Doges que tem para si um cartão que vale 13€ (San Marco Plus) e que lhe permite a entrada num museu situado na Praça de São Marcos tal como o Palácio e um outro à sua escolha.
Atenção que se quiser uma visita guiada no Palazzo Ducale terá de pedir a visita com cerca de 1 semana de antecedência senão nada feito. Faça-o online.



A nossa sugestão, caso queira visitar o Palácio dos Doges é comprar o bilhete na véspera pois não terá de enfrentar a fila para entrar.

O Palacio dos Doges é uma construção que combina os estilos bizantino, gótico e renascentista e foi a casa oficial de 120 doges que governaram Veneza de 697 a 1797.
O Doge era uma espécie de Presidente da cidade que regulava os valores e morais dos habitantes venezianos. Foi também neste palácio que o famoso Casanova esteve preso. É possível visitar a cela onde a famosa personagem esteve "hospedado".


A Torre dell'Orologio fica do lado esquerdo quando de frente para a Basílica.
Esta torre de relógio tem duas figuras de bronze que dão as horas. No dia de Reis e da Ascensão em cada hora surgem as figuras dos três Reis Magos liderados por um Anjo. Reza a lenda que os artifícies desta obra foram cegados para que não a pudessem repetir.


Na direcção ao Palácio dos Doges, em frente ao Grand Canal irá encontrar 2 grandes colunas de granito em homenagem aos dois grandes patronos de Veneza: San Teodoro e San Marco. No topo destas duas colunas uma tem representada o leão de São Marco e a outra a imagem de São Teodoro.
Era neste local que eram feitas as execuções.


O Mercado de Rialto continua tão movimentado como antigamente. Há registos deste mercado desde 1097. A zona é também o coração histórico da cidade e os seus edifícios datam do século XVI devido ao grande incêndio no Rialto em 1514. No carnaval os donos das bancas competem com os seus trajes medievais e somente os novos toldos e as máquinas electrónicas denunciam a era moderrna.
Acontece todos os dias e prepare-se para se deliciar com as refrescantes bancas de fruta que quase o “obrigam” a consumir.


Aqui pode também comprar os souvenirs para levar para casa, comprar produtos frescos ou simplesmente sentir a aura veneziana.
Tenha é bastante cuidado com os seus pertences pois as ruas são bastante estreitas e não existe 1cm2 inocupado.


Se gosta de visitar museus então a nossa sugestão leva-o até ao Museu de Peggy Guggenheim.
Contem obras de cerca de 200 artistas contemporâneos desde o Cubismo, o Futurismo e o Surrealismo.

Esta colecção encontra-se no Pallazzo Venier dei Leoni, conhecido como o palácio inacabado pois a sua construção não passou do rés-do-chão. Para alem das obras de arte poderá passear pelo jardim e conhecer a casa de Peggy.
A forma mais pratica de chegar a este museu é através do vaporetto que tem paragem mesmo à porta mas se preferir atravesse a Ponte da Accademia e fica numa das ruínhas. (esperamos que entendam a nossa dificuldade em dar direcções mas de facto é bastante complicado dar uma localização exacta dos sítios pois muitas das vezes encontrávamos os locais por mero acaso ao deambular pelas vielas venezianas)


Destacamos ainda a ilha e a Igreja com o mesmo nome de San Giorgio Maggiore (talvez reconheça a imagem de alguma loja de marca nos centros comerciais portugueses), a igreja Santa Maria della Salute, a igreja Santa Maria Gloriosa dei Frari e San Patoleon.
A Igreja de San Giorgio Maggiore fica na Ilha de S.Giorgio Maggiore, mesmo em frente à Piazza de San Marco.
Aqui dentro irá encontrar dois quadros de Tintoretto, A Última Ceia e A Recolha de Maná e do alto do campanário pode desfrutar de belas vistas sobre a ilha de Veneza.
É também possível subir ao topo da sua torre por cerca de 5€.

A Igreja de Santa Maria della Salute é uma construção barroca que domina a entrada mais a sul para o Grande Canal. Mais uma vez aqui pode apreciar obras de Tintoretto e de Ticiano.


Santa Maria Gloriosa dei Frari fica na Ilha de Veneza, na zona de San Pólo, demorou 100 anos a ser construída e o altar demorou mais de 26 anos a ser terminado.
Aqui poderá visitar túmulos dos Doges e de artistas e ver inestimáveis tesouros artísticos.

Finalmente a última igreja que destacamos é a de San Patoleon onde poderá ver um prego da Cruz de Cristo.

Se quiser fazer uma pausa à sua viagem cultural ou acha que está demasiado calor para andar nas ruas de Veneza então meta-se num Vaporetto e passe um dia na ilha do Lido.


Conhecida como sendo o local onde todos os anos acontece o famoso Venice Film Festival é aqui onde os veraneantes decidem refrescar-se na frescura das águas do Mar Adriático, na zona das praias de Veneza.
Verá que vale bem a pena...

E quem nunca ouviu falar do vidro de Murano? Pois bem, fique a saber que está apenas a um vaporetto de distância de ver como se fazem as belas obras de arte em vidro ao vivo e a cores.



Embarque para a Ilha de murano e passe um belo dia visitando as fábricas e comprando esta arte milenar em vidro.





Antes de irmos recebemos várias opiniões sobre a cidade e ficamos algo espantados com relatos de ser uma cidade suja e de odor dificil.
A nível de cheiros só irá sentir aquele odor desagradável no momento em que é feita a recolha do lixo (e isso cheira mal em qualquer cidade do mundo) para além de que é momentâneo e precisa de ter muito azar para encontrar o barco do lixo. Os canais apesar de por vezes terem lixo a boiar e ser provável, embora não visível, a existência de ratos, que cidade não os terá?!

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

O que ver em Madrid


Madrid, tal como qualquer capital é uma cidade bastante cosmopolita.
Quem visita Madrid fá-lo com o objectivo de sentir o espírito madrileno, observar as pessoas e apreciar o modo de vida de "nuestros hermanos" mais do que propriamente ver monumentos e museus.

Se quiser fazer compras é uma cidade que tem muito para oferecer neste aspecto.
Se por outro lado o que quer mesmo é ver monumentos e ícones históricos não vai encontrar tantos e com tamanha riqueza histórica como acontece em Londres ou em Paris.
Mas vamos ao que interessa..

Ícones

Espanha é um país monarquico daí que não pode deixar de visitar e tirar uma fotografia no Palácio Real.
Se preferir ver como é um palácio por dentro pode sempre pagar para o visitar. Claro que só visitará alas artísticas onde verá mais quadros e esculturas do que propriamente os aposentos reais. A entrada custa cerca de 9€, sendo que a entrada à 4ª feira é gratuita para cidadões da União Europeia. Atenção que as visitas terminam entre as 17h e as 18h de 2º a sábado e aos domingos e feriados entre as 14h e as 15h.

Saia na estação de metro Opera.

O Edificio Metrópolis é um dos ex-libris da cidade.
De inspiração francesa este famoso imóvel madrileno foi construído durante a planificação dos acessos para a Gran Via, para funcionar como sede de uma companhia de seguros e ainda hoje é inúmeras vezes associado como imagem de marca da capital espanhola.



Outro ícon madrileno são as Torres KIO (Kuwait Investments Office) ou como são mais conhecidas Puerta Europa.
Estes escritórios de arquitectura moderna são duas torres que parece que se inclinam na mesma direcção e são também a porta norte de entrada na cidade.
Ficam na zona de Chamartín a uns 1000 metros de distância do estádio do Real Madrid.


E se estamos a falar de ícones de Madrid não puderiamos deixar passar a menção á Fonte Cibeles.
Esta majestosa fonte na praça de cibeles em conjunto com o Palacio das Comunicações (actual estação central dos correios madrilenos) é palco dos invariáveis festejos das vitorias do principal clube da cidade, o Real.
Sempre que celebram mais um título de futebol é aqui que se reunem os "merengues" para festejar pela noite dentro.
As primeiras imagens que televisionamos de cada vez que o Real atinge uma grande vitória são sempre deste local.



Se prefere conhecer as ruas de Madrid tradicionalmente agitadas então não deixe de ir até a Plaza Puerta del Sol.


É aqui que se encontra o Kilómetro Zero, em frente à estação dos correios, e que marca a distância de todas as estradas espanholas e é também neste local que os madrilenos festejam a Passagem de Ano.






Nesta praça é possível fotografar a estátua de bronze do Urso (símbolo de Madrid) e do Medronheiro (árvore comum na região que dá um tipo de amora).
A plaza da Puerta del Sol é um popular ponto de encontro madrileno.

Saia na estação de metro Sol.



A Plaza Mayor é outro local que não pode deixar de visitar. Uma enormissíma praça que rivaliza com a de S.Marcos em Veneza ou com a Piazza Navona de Roma.
Já foi local de um mercado, de touradas, de autos de fé da Inquisição e local de festejos reais. Hoje em dia é mais um local turístico onde pagará caro uma refeição.
Seja como for , se puder almoçe num dos muitos restaurantes que aqui se concentram e observe as pessoas que passam e os muitos espectáculos de rua que aqui acontecem com frequência.



Se está cansado de andar então nada melhor do que ir até ao Parque del Buen Retiro.



Aqui, no equivalente madrileno do Hyde Park poderá andar de barquinho, fazer um piquenique ou simplesmente deitar na relva e ouvir os vários músicos de rua que animam o parque.

Saia na estação de Metro Retiro.



Caso seja um aficionado de touradas (ou não) aproveite e visite a segunda maior praça de touros do mundo.
Isso mesmo.
Fica em Madrid e dá pelo nome de Plaza de Las Ventas pois localiza-se na zona com o mesmo nome.
Vale uma foto pelo menos do exterior.



Se uma das suas paixões é o futebol então não deixe de fazer uma tour pelo Estádio do Real Madrid, o grandioso Santiago Bernabéu.



Aqui poderá sentar-se no banco onde Beckham também já se sentou ou fingir que é o Bernd Schuster e dar a táctica do jogo para o relvado. Depois pode tentar fazer um jacuzzi às escondidas no balneário visitante (é este que é mostrado aos visitantes).

A entrada custa 10€ já com a tour por todo o estádio incluída, bem como o museu do clube. Só não pode mesmo pisar o relvado e conhecer o balneário do Real Madrid.

O rival do Real Madrid tem também na cidade o seu estádio.
Aproveite se tiver tempo para conhecer pelo menos o exterior do estádio Vicente Calderón, palco dos jogos do Atlético de Madrid.


Museus

Uma coisa que não pode deixar de fazer é ver a famosa Guernica de Picasso no Museu Nacional Reina Sofia. É como ir a Paris e não ver a Mona Lisa de DaVinci.
Siga de metro até à estação de Atocha. Se sair pela porta lateral da estação para a praça de táxis basta atravessar a rua e já está no Museu. Se optou pelo trajecto lateral pela porta que vai dar ao monumento de homenagem às vítimas do atentado de 11 de Março vire à esquerda e visualizará de imediato o museu.






O Museu ou Centro de Arte Reina Sofia, como também se pode chamar, alberga variadissimas obras de Dali, Miró, a Guernica de Picasso e os vários esboços da pintura até chegar ao resultado final, entre muitos ouros artistas.





A entrada é gratuita aos sábados de tarde e aos domingos de manhã, nos restantes dias a entrada vale 6€, existindo também descontos para portadores do Cartão jovem ou de estudante, menores de 18 anos e maiores que 65 anos.


O Museu do Prado é um outro must see de Madrid. Para muitos considerado o museu mais importante de Espanha e dos mais importantes do Mundo.
Foi o primeiro museu público de Espanha e dos primeiros a existirem na Europa. Alberga cerca de 8700 pinturas, mais de 5000 desenhos, 700 esculturas e 2000 gravuras.



Existem neste museu colecções de pintura espanhola, francesa, flamenga, alemã e italiana. Sendo que a colecção espanhola é a que mais fama concede ao museu tendo obras de El Greco, Velasquez e Goya, entre muitos outros.

Pode também admirar obras de Rubens, Botticelli, Tintoretto e Rembrandt.

Saído da Estação da Atocha siga a pé pelo Passeo del Prado e facilmente verá um grande edifício com jardins pomposos e com filas de gente à porta.
É o Museu do Prado.
A entrada custa 6€ (3€ para estudantes, maiores de 65 anos, portadores de cartão jovem e grupos). Ao domingo a entrada é gratuita.



Outro Museu que poderá visitar antes ou depois do Museu do Prado (ficam os 2 no Passeo del Prado) é o Thyssen-Bornemisza.
Alberga das mais importantes colecções privadas de arte ocidental reunida por duas gerações dos Thyssen-Bornemisza, uma família germano-húngara de magnatas de aço.




Tem 3 andares sendo que no segundo andar tem três salas dedicadas a obras medievais (predominantemente italianas, flamengas e alemãs). Os artistas aqui expostos vão desde o século XIII ao século XX como Caravaggio, Renoir, Monet, Manet, Cezanne, Munch, Picasso, Juan Gris, Klee, Chagall, Miró, entre muitos outros.
Os preços de entrada variam conforme as colecções que quiser visitar.

Compras


Se visitar Museus não faz o seu género temos outras opções para si.

E que tal fazer umas compras?
Se o seu estilo for compras em grandes lojas e armazéns então a Gran Via é a sua cara.


Nesta avenida principal de Madrid vai encontrar conhecidas marcas de roupa tal como a Zara, a H&M, a Sfera, etc. Um pouco mais abaixo da Gran Vía podera visitar os famosos armazéns do El Corte Ingés.
Se pretende fazer compras ao domingo, esqueça, é que os espanhóis respeitam este dia e practicamente tudo se encontra fechado. Ainda assim em dias "normais" atente na hora do fecho visto que varia entre as 19h e as 22h dependendo dos dias.
O mesmo se aplica para as lojas de "souvenirs". Também elas estão fechados aos domingos.



Se prefere compras ao ar livre e gosta de procurar raridades e pechinchas então não pode perder a Feira do Rastro.
Apenas acontece aos domingos de manhã e começa na Calle dos Embajadores. Apanhe o metro até à estação Embajadores e siga as pessoas.


Na Feira do Rastro pode encontrar desde roupas, a mobiliário, a bijuteria, bujigangas e antiguidades. Também é possível que se cruze com carteiristas manhosos por isso esteja sempre atento aos seus valores.


Finalmente e em jeito de curiosidade aproveite para andar de teleférico e conhecer a torre que se vê ao fundo na foto.
É o Farol de Moncloa, uma torre de observação esstilo de mirador com 100 metros de altura que está aberta ao público na zona da plaza de Moncloa e que certamente não deixará de visitar pois o custo de entrada é de apenas 1.20€ (fecha aos domingos).



O teleférico custa 3.35€ uma viagem simples ou 4.80€ ida e volta. As crianças pagam 3.10€ e 3.90€ respectivamente.

É possível ir de teleférico desde perto do estádio Vicente Calderón até bem perto do centro comercial Principe Pio, atravessando a Casa de Campo (maior parque público da cidade nas traseiras do Palácio Real), o Parque de Atracções e o Zoo (14.40€ para adultos e 11.60 até aos 7 anos) que também ficam na área.




P.S. Desde já pedimos desculpa por este post vir com algum atraso mas a preparação para as férias deu-nos algum trabalho.
Prometemos uma actualização mas regular do blog a partir de agora.

Boas viagens... e não percam as próximas dicas sobre a Riviera Francesa.

terça-feira, 24 de abril de 2007

O que ver no Porto

O Porto é a segunda maior cidade portuguesa, sendo considerada a capital do Norte do país. É carinhosamente chamada de Invicta e os seus habitantes conhecidos como tripeiros (porém é uma alcunha que já não é muito bem aceite pelos jovens portuenses).
Como dissemos no artigo anterior o Porto é uma cidade para ser visitada a pé.
Se estiver alojado no centro da cidade então prepare os seus pés já que está bem no meio dos monumentos e locais mais conhecidos e bonitos do Porto.

Que melhor maneira de começar pelo nosso "Ex-Libris" a Torre dos Clérigos e a Igreja dos Clérigos.
A torre fica situada na Praça da Cordoaria no topo da Rua dos Clérigos.
Caso venha de transporte público, nomeadamente de autocarro os que por lá passam são o 601, 602, 305 e o ZH.



Data do século XVIII e nasce de um projecto de Nicolau Nasoni.
Tem 6 andares, 76 metros e para subir ao topo para ver as vistas da cidade terá de subir 225 escadas em espiral. Prepare-se para ficar tonto.


A subida à torre custa à volta de 1€ e tem horários de visita. No Verão das 9.30 às 12horas e das 14h as 17h (no mês de Agosto abre as 10horas e só fecha as 19horas) e no Inverno das 10h as 12h e das 14h as 17horas.

Mesmo ao lado da Torre dos Clérigos encontra a Cadeia da Relação. Construída no Século XVI e com um início atribulado teve uso até 1961 até ser construída a prisão de Custóias. Aquando da Revolução do 25 de Abril de 1974 vários populares ocuparam este edifício em procura de abrigo.
Neste momento é a casa do Centro Português de Fotografia.

Em frente à Cadeia da Relação irá encontrar o Jardim da Cordoaria ou Jardim João Chagas, onde se diz que existia uma àrvore onde eram enforcados criminosos. É conhecida como a Àrvore da Forca. Neste mesmo jardim irá encontrar estátuas que facilmente são confundidas com pessoas que simplesmente estão sentadas nos bancos do jardim. Estas estátuas são obra do escultor Juan Muñoz e chamam-se "O Homem que Ri".


Descendo a Rua dos Clérigos irá dar à Avenida dos Aliados onde poderá alimentar os inúmeros pombos que aqui habitam. Mesmo no fundo da Avenida dos Aliados encontra-se o edifício da Câmara Municipal do Porto.
É neste local que são celebradas as vitórias dos clubes desportivos da cidade (e dos rivais), que se concentram as manifestações e onde o portuense celebra a passagem de ano e as festas da cidade.

Logo por detrás do edifício da Câmara Municipal do Porto encontra-se a nova estação do Metro da Trindade. Apanhe o metro em direcção ao Estádio do Dragão e tire umas fotos ao novíssimo e moderno estádio do Futebol Clube do Porto. Se quiser aproveite também para fazer umas compras no Centro Comercial Dolce Vita que se encontra mesmo em frente ao estádio.


De regresso à baixa portuense ao fundo da Rua dos Clérigos encontrará a Estação de comboios de São Bento. Entre no edifício e tire umas fotos aos fabuloso azulejos que adornam esta estação e repare na antiguidade deste edifício e dos edifícios que o envolvem.

Saído da estação de São Bento desça a Rua Mouzinho da Silveira e dirija-se para a Rua Ferreira Borges.
A rua termina numa praça guarnecida pela estátua do Infante D. Henrique e que em seu redor tem o edifício da Mercado Ferreira Borges que costuma ser palco de várias feiras e exposições.
Fica também aqui o Palácio da Bolsa que poderá visitar. É aqui palco de vários eventos sociais e culturais.


Existe um outro monumento em votação para as Maravilhas de Portugal – Igreja de São Francisco.
Um edifício monumental gótico cujo interior merece uma prolongada visita.
Maravilhe-se com a riqueza da talha dourada que enche toda a igreja e se não tiver claustrofobia visite o cemitério interior que se encontra num piso inferior da igreja.

Saído da Igreja nada melhor do que ir tomar um copo ou fazer um pequeno lanche à Ribeira.
Local escolhido por muitos jovens para começar a noite sente-se numa das várias esplanadas situadas à beira do Cubo e tire umas fotos fantásticas ao Rio Douro, Ponte D. Luís e à ribeira de Vila Nova de Gaia.

Se o tempo tiver apetecível atravesse o tabuleiro inferior da Ponte D. Luís e visite as Caves do Vinho do Porto que se encontram na margem ribeirinha de Gaia.
Tem várias opções à escolha tais como Taylors, Ferreira, Ramos Pinto, Cockburns, Sandeman etc.


Depois de uma visita às caves visite as várias lojas de souvenirs que se encontram no Cais de Gaia e se lhe der a sede ou a fome tem vários restaurantes à escolha no novo Cais de Gaia sendo que a nosso ver prefira um dos vários estabelecimentos típicos que se encontram em frente aos “pavilhões” do Cais de Gaia. Para alem de praticarem preços mais baixos nada como petiscar num tasquinho.

É também deste lado da margem que partem os cruzeiros pelo Rio Douro. Tanto pode fazer um cruzeiro mais curto tal como o Circuito das 5 Pontes como ir até à Régua (local onde é feito o Vinho do Porto).
As empresas responsáveis por estes percursos são a Barca Douro, Douro Azul, Douro Net, Porto Tours e InDouro. Clique nos links respectivos e veja as várias propostas apresentadas.


De volta à margem portuense suba o Funicular dos Guindais que se encontra em frente ao tabuleiro nferior da ponte D. Luís e suba até às Fontaínhas. O bilhete custa 0,85€.
Se tiver a um sábado no Porto de manhã este é um local a não perder pois é aqui que acontece a Feira da Vandoma. A feira da ladra mais conhecida do Porto. Aqui pode encontrar deste antiguidades, roupas, livros, computadores, peças de automóvel até ao último sucesso de bilheteira. Tenha é bastante cuidado com os seus pertences já que em sítios com bastante multidão é muito fácil desaparecerem carteiras e valores.


Outro ponto que não pode perder é fazer a margem ribeirinha do Porto.
Parta da Praça do Infante D. Henrique e passe pelo edifício da Alfândega. Pode ser que tenha sorte e esteja a acontecer alguma feira na altura em que visitar o Porto. Continue a sua caminhada pela Ponte Luminosa e quando a estrada alarga do seu lado direito vai encontrar o Museu Eléctrico.
Fundado em 1992 tem o objectivo de preservar a memória do portuense e de quem o visita a altura em que estes carros eléctricos eram o meio de transporte utilizado pelo portuense.

Para acabar a visita pela cidade do Porto nada como regressar à baixa da cidade e fazer umas compras na Rua de Santa Catarina, a zona comercial de excelência da cidade e acabar com um café no famoso café Majestic.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

O que ver em Paris

Ir a Paris significa visitar a incontornável Torre Eiffel e a famosíssima Mona Lisa patente no Museu do Louvre. Mas Paris não é só estes dois marcos.
Paris é uma cidade carregada de cultura e de locais que pode visitar, independentemente do tipo de pessoa que é.
Dê corda aos seus sapatos e venha connosco conhecer os locais mais importantes e mais belos da Cidade das Luzes.

Monumentos


Uma vez em Paris, tente que a sua primeira paragem seja na Torre Eiffel.
Mandada construir para a exposição mundial de 1889, com planos para posteriormente ser demolida, tornou-se no cartão de visita de Paris, volvidos mais de cem anos desde a sua construção.

Apanhe o metro e saia na estação Bir-Hakeim (desça as escadas e à saída da estação verá de imediato a torre). Se por acaso optar pelo trajecto a pé, siga a margem do Rio Sena e facilmente a encontrará.


Quando optar pela subida à torre prefira um dia solarengo, (se possível) já que caso as condições atmosféricas não sejam as melhores, o terceiro andar da torre pode ser fechado ao público.
Vá cedo, se possível 1 hora antes da abertura da torre de modo a evitar as terríveis filas de espera para comprar o bilhete. Veja aqui o horário.
As bilheteiras são três, situadas por baixo de cada pilar. Apesar da existência de 4 pilares um deles é exclusivo a clientes do chiquíssimo restaurante Julio Verne situado no 2º andar da Torre.
Há relatos de pessoas que fazem uma reserva para o restaurante, entram por esse elevador com uma prova dessa reserva e uma vez no segundo piso nem entram no restaurante, só para evitar as filas!
Se for um desportista com bastante energia suba as escadas até ao segundo piso. Apenas pagará 4€.
Se no entanto preferir existe sempre a opção elevador. É uma opção mais cara mas mais convencional.
Não se confunda quando chegar à bilheteira e vir vários preços expostos. Fique a saber que o bilhete para o terceiro piso apenas é vendido no 2º andar, ou seja cá em baixo apenas comprará entrada para o 1º ou 2º piso (ambos com tarifas diferentes).
Só e apenas lá em cima é que é possível adquirir o bilhete para o último andar. Consulte aqui os preços e tarifas especiais para jovens e grupos.

Outro marco conhecido de Paris é o Arco do Triunfo. Saia na estação de metro Charles de Gaulle - Étoile.


Foi inaugurado em 1836 e foi mandado construir de forma a enaltecer as vitórias de Napoleão. Tem gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais.


Na sua base situa-se o Túmulo do Soldado Desconhecido, construído em 1920.

Não tente atravessar a rotunda dos Champs-Elisées que para além de ser proibido é muito perigoso. Devido aos inúmeros acidentes que aqui aconteceram foi mandado construir um túnel próprio para a passagem dos turistas para visitarem o Arco do Triunfo.
Encontra-lo-a à saída do metro.


Pode também subir ao topo do Arco do Triunfo para apreciar as vistas e visitar o Museu inserido dentro do Monumento.
Custa 8€ a subida até ao topo mas para quem já subiu ou pretende subir a Torre Eiffel guarde esse dinheiro e gaste em souvenirs.
Desça o Arco do Triunfo e encontra-se na avenida mais conhecida de Paris e das mais caras do mundo.
Estamos a falar das Champs-Elysées.


Delicie-se com as montras e no caso de possuir uma carteira recheada de notas faça umas compras, quiçá comprar um modelo exclusivo da Peugeot, uma mala espampanante da Louis Vuitton, jantar numa das várias esplanadas e terminar a noite num show no Lido de Paris.
Se este não é o seu perfil então disfrute apenas das montras, coma na luxosa Mcdonalds e faça a digestão caminhando até ao fundo dos Campos Elíseos. Chegara assim facilmente à Place de La Concorde.
Antigamente era possível encontrar aqui uma guilhotina onde foram cortadas as cabeças a mais de mil pessoas entre elas Luis XVI e Maria Antonieta.
Tire uma foto, atravesse a rua e vá alimentar os patos e pombos no Jardim das Tulharias.
Esqueça uma sombra ou sentar-se na relva. Não existem sombras e é proibido calcar a relva. Se tiver sorte encontrara umas cadeiras livres em frente ao lago.

Museus

Já mais descansado e com energias recuperadas encontra-se a 5 minutos a pé do Museu do Louvre. Ir a Paris e não ir ao Louvre é a mesma coisa que ir a Roma e não ver o Papa. Seja bem vindo ao maior museu do Mundo.



Originalmente construído como um castelo no século XIII, no século XVI tornou-se na residência oficial dos monarcas franceses. Napoleão também residiu aqui e claro está no pátio do museu encontra mais um arco, du Carousel, que também serviu para enaltecer as suas vitórias.
Para além de ser conhecido como a casa da Mona Lisa também ficou conhecido após a controversa decisão do ex-Presidente da Republica François Miterrand de mandar construir as famosas pirâmides que permitiram uma maior entrada de modo a que as intensas filas de espera se tornassem mais diminutas.

Existem várias tarifas de entrada no Louvre sendo que as entradas são mais baratas a partir das 18h. Mas se gosta mesmo de arte e de contemplar com calma as peças artísticas reserve um dia inteiro para visitar o museu. Fique a saber que jovens com menos de 25 anos todas as 6ª não pagam entrada no Louvre a partir das 18horas. Dirija-se à famosíssima pirâmide e siga a fila de entrada.
Após a entrada e o controle intensivo de segurança irá chegar a uma espécie de centro comercial subterrâneo. Estude bem os mapas oferecidos nas inúmeras línguas disponíveis e decida qual a Ala por onde vai começar a sua visita.
Só nesse momento é que pagará a entrada no Museu.
Se viu ou leu o Codigo Da Vinci reconhecera de imediato a Pirâmide Invertida.

Se continua com vontade de ver museus entao sugerimos o Museu d'Orsay.
Saia na estação de RER com o mesmo nome ou saia na estação de metro Solférino e entra numa verdadeira estação artística. Após ter servido vários propósitos e em 1978 ter sido declarado um monumento histórico, em 1986 foi finalmente declarado como um Museu que abriu as portas ao público a 8 de Dezembro desse mesmo ano.
Nele podemos ver várias obras de arte provenientes de diversos museus e que datam entre os anos 1848 e 1914. Os preços variam entre os 7 e os 10€, consulte aqui os horários, tarifas e formas de chegar.

Outro museu que não pode perder é o Pompidou. Considerado por muitos parisienses como uma vergonha, a arquitectura do Museu Pompidou nunca agradou aos habitantes locais já que é caratcterizado por uma arquitectura pós-moderna onde as tubagens que supostamente deveriam estar tapadas do público encontram-se todas à mostra. Têm várias várias cores e cada um representa tubos ar condicionado, água, etc.
É um edifício que é facilmente visto no topo da Torre Eiffel já que se destaca no meio da cidade.
O centro alberga o museu, teatro e cinema. Veja aqui os horários e preços de entrada. A saída de metro é a de Chatellet Les Halles.
À saída do metro basta seguir as placas indicativas e facilmente o encontra. Pelo caminho, se sentir necessidade, aproveite para matar saudades de um latte do Starbucks que também aqui se encontram sucursais.

Foi em Paris, a cidade do amor, que a Princesa Diana perdeu a vida. Se quer seguir os últimos passos da princesa entao dirija-se até à Place Vendome. Nesta praça encontramos o Ritz onde Diana e seu namorado estiveram hospedados.
No centro desta praça existe um outro obelisco, uma vez mais, mandado erigir por Napoleão para celebrar as suas vitórias.
Esta é a praça mais chique de Paris onde pode encontrar lojas da Chanel, Cartier e outras lojas de estilistas.
Fica a norte do Jardim das Tulharias e é um pouco complicada de encontrar. Saia na estação de metro das Tulleries ou de Madeleine. Terá de ter paciência e perguntar aos locais as direcções. Não se esqueça de treinar o francês.

O famoso túnel onde a princesa perdeu a vida não fica muito longe.
Mesmo à saída da estação de metro Pont de L'Alma, verá um pequeno monumento em forma de chama onde vários turistas deixam as suas dedicatórias à Princesa do Povo. Engane-se se pensa que este é um monumento em honra da princesa. Este já existia anteriormente ao factidico acidente mas que agora foi transformado como uma comemoração à vida de Diana.



Já que está por estes lados atravesse a Pont de L'Alma, a mais antiga de Paris, e passeie pelas margens do Sena até chegar a Torre Eiffel.
Aproveite para tirar magnificas fotos.

Nas escadararias em frente à torre pode encontrar várias companhias que oferecem um passeio de cerca de 1 hora pelo Rio Sena. Opte pelas companhias que se encontram do lado direito (se estiver voltado de costas para a torre) já que praticam preços mais apelativos e de igual qualidade às que se encontram do seu lado esquerdo, que chegam a ser bastante mais caras.
A nossa sugestão recai sobre a companhia Bateaux Parisiens. Bons preços e óptimos guias. Faça um belo sorriso antes de entrar para o barco porque depois pode adquirir a foto que lhe vão tirar.


Prefira a hora do crepúsculo já que não há nada de mais romântico do que acompanhar o pôr-do-sol parisiense a bordo de um barco no Rio Sena e com uma banda sonora fantástica de fundo.

Igrejas


Quem já viu um mapa da cidade de Paris já deve ter reparado que existem duas ilhas no meio do Rio Sena, a Ile de la Cité e a Ile de St Louis. A mais importante, na nossa opinião, é a Ile de la cité onde se encontra a catedral de Notre Dame.


Construída no século XII em honra de Maria. Com estilo gótico ao longo dos tempos foi sofrendo várias alterações conforme os estilos predominantes na altura. Daí que ao olhar para a catedral veja vários géneros arquitectónicos misturados. No seu interior encontra um dos maiores orgãos musicais do mundo, dos quais 32 tubos ainda são os originais do século XIV. No exterior da catedral, na praça Parvis encontra uma placa de bronze que é o Ponto Zero a partir do qual todas as distâncias das estradas francesas são calculadas.
Foi esta catedral que inspirou Vitor Hugo a escrever o seu clássico Corcunda de Notre Dame.
A entrada na catedral é gratuita mas se quiser ter uma visita audio guiada basta adquirir um aparelho electrónico na entrada por 5€. Existem várias idiomas disponíveis.
Se quiser pode também subir as torres da catedral. Basta seguir a fila de pessoas à espera. Os preços variam. Consulte aqui os horários e as várias opções de visita disponíveis e tarifários.

Quem viu o filme ou leu Código daVinci de Dan Brown deve recordar-se da Igreja de Saint Sulpice e da famosa linha da Rosa que cruza a igreja. De facto existe uma linha que a atravessa e que termina numa placa no chão (que Silas quebra e encontra uma transcrição da Bíblia).





Segundo o guia da Igreja tudo que está escrito no livro em relação à linha e ao seu sentido é mentira. Nem sequer nunca foi o primeiro meridiano mundial.


Veja aqui a nota de imprensa que a Igreja escreveu em relação às alegações do livro.




Este guia, já com alguma idade, é bastante simpático e está sempre disponível para responder a dúvidas e questões dos turistas.
Tal como na Catedral de Notre Dame também aqui se encontra um dos maiores orgãos musicais do mundo.
A Igreja de Saint Sulpice fica situada a Sul (se vem dos Jardim de Luxemburgo), de lá vire à direita e logo no cruzamento vai encontrar uma placa indicativa da Igreja. Fica a 3minutos a pé.

Outra das igrejas que não pode perder é a Sacré Coeur.

Sacré Coeur ou a Igreja do Sagrado Coração fica no monte de Montmartre daí que mesmo do centro da cidade consiga avistar a cúpula da igreja no cimo.
Para chegar a Sacré Coeur apanhe o metro e saia na estação de Abesses ou de Anvers
Em frente a esta é possivel apreciar uma vista sobre a cidade de Paris de cortar a respiração. Simplesmente fantástica e se tiver sorte ainda apanha um músico que toca harpa na escadaria da Igreja. A banda sonora perfeita para aquele momento. Fenomenal!!

Aproveite e veja as lojas de souvenirs que aqui conseguem ter preços um pouco mais baixos dos que no centro de Paris, mas diferenças mínimas. Para subir ao cimo da colina onde está a Sacré Coeur tem duas opções: subir uma longa escadaria onde é constantemente abordado por vendedores ambulantes onde tentam vender pulseiras caríssimas e que sinceramente mais vale gastar numa baguette, ou o funicular. Esta opção é gratuita para os portadores do cartão de metro Paris Visite, senão tem de pagar cerca de 1,40€ (por trajecto).
Depois de visitar, na nossa opinião, a mais bela igreja de Paris, caminhe até Montmartre e se tiver dinheiro para isso faça o seu retrato num dos vários artistas espalhados à porta de uma esplanada. Pode tentar negociar mas eles não baixam dos 20€.

Jardins


Como qualquer cidade europeia desenvolvida também Paris tem vários espaços verdes onde pode descansar depois de uma caminhada e quiçá fazer um piquenique.
Destacamos dois jardins: Luxembourg e Trocadero.

O Jardin de Luxembourg é considerado o Hyde Park francês. Fica situado no 6º arrondissement e para chegar lá saia na estação de metro do Odéon ou use o RER e saia na estação Luxembourg.


Caracterizado por uma vasta gama de flores é a casa do Palácio de Luxembourg. Este foi mandado construir por Maria de Medicis que após o assassinato do seu marido Henri IV decidiu abandonar o Louvre e mandou construir o palácio como uma réplica do Palácio onde cresceu em Florença. O Jardim de Luxemburgo foi terminado em 1625.
É o local perfeito para relaxar, observar as pessoas que por lá passam e se tiver crianças aproveitar o parque infantil e os ponéis que se encontram no topo da escadaria do jardim.


O Jardim do Trocadero fica em frente à Torre Eiffel. Basta atravessar a ponte Champ de Mars. Neste jardim costumam acontecer várias feiras onde são dadas ofertas aos visitantes. Normalmente a entrada é gratuita por isso aproveite.

Diversão


Dos vários tipos de diversão que existem em Paris damos 3 exemplos diferentes do que pode fazer.

Se quer algo mais calmo e com glamour sugerimos a Opera de Paris.
O nome pode sugerir uma opção cara, mas desengane-se. Todos os dias de espectáculo uma hora antes são vendidos os bilhetes entre 5 e 10€. Leve é na mala uma roupa menos turística já que pode ter problemas com o "Dress Code".
A Opera de Paris ou Opera de Garnier fica situada à saída de metro Opera. Não confundir com a Opera de Bastille.


Se quer algo mais jocoso e diferente sugerimos o famoso cabaret Moulin Rouge.
Fica situado à saída de Blanche.
É uma opção bastante cara, ronda os 100€ e não é nada do que aparece no famoso filme da Nicole Kidman. As bailarinas são decadentes, o serviço deixa a desejar e a comida é péssima. Se mesmo assim não se importa de gastar essa quantia de dinheiro e depois ao chegar a casa poder dizer que viu um espectáculo no Moulin Rouge, então divirta-se.

Se no entanto prefere algo mais jovial então o seu destino é o Quartier Latin. Aqui existem várias esplanadas com menus, onde para além de saborear o fantástico queijo francês pode assistir a espectáculos musicais de rua ou até mesmo ir até um bar frequentado por estudantes da Sorbonne.

Compras


Fazer compras baratas em Paris é uma ilusão!
Mas se mesmo assim quer tentar experimente a feira de Clignancourt. Fica à saída do metro com o mesmo nome. É uma espécie de feira da Ladra. Aqui pode encontrar de tudo mesmo. Desde artigos usados com 50 anos (alguns num estado lastimável) ou artigos modernissimos. Vende roupas, decoração, electrodomésticos, produtos alimentares, antiguidades, etc.
Tenha é bastante cuidado com os seus haveres já que é uma zona algo questionável e tenha também atenção por onde vai pois a feira é enorme e muito fácil de se perder. Acontece todos os sábados, domingos e segundas todo o dia.





Um género diferente são as Galerias Lafayette.

Semelhantes à cadeia "El Corte Inglês".
Aqui pode comprar roupa, géneros alimentares, calçado e se quiser suba as escadas até ao último andar e aproveite as vistas sobre a cidade.





São 10 andares onde pode gastar os seus euros em prendas.
Saia no metro Havre-Caumartin ou Opéra.

Claro está, para os bolsos mais cheios tem sempre os Campos Elíseos e a Place Vendome.