Barcelona é uma cidade um pouco extensa, mas dependendo do género de visita que pretende fazer existem opções diferentes a nível de transporte.
Se o seu objectivo é descansar, apanhar sol e passear pelas Ramblas então o seu bilhete é muito barato. Chama-se andar a pé!
Das Ramblas à zona costeira são cerca de 15 a 20 minutos andando e visto que a estação de metro mais perto da praia fica apenas a 10 minutos a pé, fica a seu critério gastar ou não dinheiro num bilhete de metro.
Mas se o seu objectivo é conhecer a cidade então um bilhete de metro/autocarro é a melhor opção. Então se for no Verão irá sempre preferir o ar condicionado de um transporte público do que andar debaixo de um calor intenso que sempre se faz sentir.
O sistema de metro de Barcelona oferece aos turistas diferentes tipos de bilhetes, sendo que o que aconselhamos será sempre o bilhete turístico. Este existe nas variantes 2, 3, 4 e 5 dias. Com este passe não terá limites de viagens dentro da rede de metro de Barcelona, autocarros, linhas RENFE e TRAM (dentro de uma determinada área).
O bilhete de 2 dias custa 10€, de 3 dias custa 14,30€, de 4 dias 18,30€ e de 5 dias 21,70€. Também tem a opção de 1 dia mas este já não é considerado um bilhete turístico mas integrado pois o preço também depende das áreas que quer visitar. Confira aqui os preços.
Existe uma outra opção, esta mais cara, e pouco útil a nosso ver, é o bilhete integrado de 10 viagens. O preço varia das zonas que pretende viajar mas o valor inicia-se nos 7,20€ e termina nos 31,20€. A única vantagem deste bilhete é o facto de permitir fazer com apenas uma passagem de bilhete várias viagens em vários meios de transportes durante um determinado período de tempo, este também dependente da quantidade de zonas.
Se sabe o que quer ver e onde ir e não pensa perder muito tempo em transportes públicos pode sempre comprar viagens individuais. Este também depende das zonas que pretende viajar mas fique a saber que o preço inicia-se no 1,30€. Mas confira aqui os preços.
Se a sua passagem por Barcelona for mais prolongada tem também a opção de 30 e de 60 dias. Veja aqui as diferentes opções existentes.
Todos estes bilhetes podem ser adquiridos nas máquinas que encontrará em todas as estações de metro. Tenha atenção ao que diz a máquina. Se disser RENFE e quiser comprar apenas uma viagem de metro não compre nessa máquina mas sim numa que diga TMB ou Metro. Senão pode sempre pedir ajuda nas bancas do metro.
Se é um pouco preguiçoso e prefere entrar num autocarro, ter um guia a mostrar-lhe a cidade não se preocupe que também temos uma solução para si. Chama-se Barcelona Bus Turistic e leva-lo a tudo que é sitio importante. E tem outra vantagem para alem de o levar ao sitio. É que com este passe poderá sair e entrar as vezes que quiser do autocarro e assim poder tirar a bela da foto turística no Parque Guell por exemplo!
Este bilhete poderá ser adquirido dentro do autocarro. Mas veja aqui os preços.
Mas antes de decidir sair do Hotel e perder-se em Barcelona não se esqueça de ver os horários dos transportes públicos pois não vai querer arriscar meter-se num taxi e pagar o balúrdio já habitual neste tipo de transporte.
O horário do metro de 2ª a 5ª, Domingos e feriados é das 5 da manhã as 24horas. Às 6ª começa também às 5 da manhã mas termina apenas as 2 de manhã. Já aos sábados e na véspera de determinados feriados o metro não pára.
Veneza não é uma cidade muito grande (45 minutos a pé devem chegar para atravessar a ilha desde a Piazzale de Roma até à Praça de São Marcos) nem de difícil orientação mas é labirintica o que nos pode trazer alguma confusão.
Para conhecer Veneza não deve existir melhor forma que fazê-lo a pé, já que nos permite liberdade de movimentos e paragens, para além de ser sempre a forma mais económica. Em Veneza o encanto de conhecer a cidade a pé é deixarmo-nos perder e assim podermos observar mais facilmente o estilo de vida dos venezianos. Veneza é uma cidade bastante pedonal e é possível encontrar imensas pessoas percorrendo a cidade a pé desde as 9h da manhã até pelo menos ás 23h.
A menos que esteja disponível para se perder imensas vezes por dia o ideal é que transporte consigo um mapa que pode comprar em qualquer quiosque à chegada à cidade por uns meros 3€.
Apesar da sinalização ser frequente e explícita para as principais atracções existem muitas ruinhas que lhe podem causar um ligeiro arrepio devido à pouca movimentação de pessoas e ao total isolamento de outras artérias principais.
Seja como for não se preocupe, pois os assaltos são muito pouco frequentes na cidade e o máximo que deverá acontecer é cruzar-se com outro turista perdido, achado numa viela. É também provável que se meta por ruinhas que à frente vai verificar que não tem saída... De qualquer das formas perdido ou não todos os caminhos deverão ir dar à Praça de São Marcos.
Percorrer a cidade a pé permite-nos parar para molhar os pés no adriático e observar com tranquilidade o cruzar das gondôlas. É ainda demasiado frequente encontrar fontes de água sempre potável e encher a nossa garrafinha de plástico. Os venezianos orgulham-se de terem fontes de água limpissíma e de confiança, sempre fresca, espalhadas pela cidade.
Para uma melhor orientação clique no mapa em baixo para ampliar e imprima para levar consigo na sua jornada em Veneza, já que este mapa oferece-lhe uma vasta ideias das casas de banho, todas a pagar (pontos a amarelo) dos supermercados (pontos a vermelho) e dos espaços verdes existentes (pontos a verde). Apesar de ser a pé a melhor forma de conhecer a cidade existem outras possibilidades, até mesmo para quem queira conhecer outras ilhas da laguna, e aí o "Vaporetto" ganha destaque. O Vaporetto é o nome do barco de transporte colectivo que se utiliza em Veneza e é quase a forma mais barata de flutuar nas águas de Veneza. A companhia italiana que os gere é a ACTV.
Muito se tem dito sobre os preços praticados pelos bilhetes de Vaporetto, mas uma vez mais o Europe Calling vem trazer a certeza sobre os preços destes barcos aquáticos.
Para começar o tempo ideal para conhecer Veneza serão 3 a 4 dias, não mais e se possível nunca menos. Durante este tempo tente estabelecer os dias em que vai utilizar o barco e dias em que só vai andar a pé, poupando assim desta forma. Por exemplo experimente andar o primeiro ou os primeiros dois dias a pé a conhecer a cidade e a explora-lá da melhor forma possível. Provavelmente nos dias seguintes já sentirá algum cansaço e então aí aproveite para comprar o passe para utilizar o Vaporetto e conhecer as ilhas vizinhas como o Lido (palco do Festival de cinema de Veneza e das praias) ou Murano (famosa pelo fabrico de peças de vidro).
Em relação aos preços, "navegar" por Veneza não é nada barato. Um bilhete de 60 minutos permite-lhe usar o barco nos 60 minutos seguintes a ser comprado, com saídas pelo meio se pretender, para qualquer destino (excepto Alilaguna, Clodia e Fusina). No entanto numa nova utilização terá de seguir a linha do barco para a frente e nunca para paragens anteriores. Este bilhete, permite o transporte gratuito de uma mala de 150cm, e custa 6€.
Os bilhetes podem ser comprados em qualquer quiosque da empresa junto das paragens. Se por alguma razão não adquiriu o bilhete antes de entrar, peça um dentro do Vaporetto ao "marinaio" (marinheiro/cobrador).
Um bilhete turistíco de 12h é igual e obedece às mesmas circunstâncias do anterior, modificando apenas o tempo de utilização do bilhete. Custa 13€ e é provavelmente o mais indicado para uma utilização diária em Veneza, pois das 9h da manhã ás 21h será suficiente para se deslocar no Vaporetto.
Os bilhetes seguintes são de 15€ (para 24h de utilização), 20€ (36h), 25€ (48h de utilização e a melhor opção para um fim-de-semana) e 30€ (72h).
Se for um jovem entre os 14 e os 29 anos talvez seja melhor comprar o Rolling Venice Card, um cartão que lhe oferece alguns descontos e que pode apenas ser comprado em Veneza, que custa somente 4€ e lhe permite comprar um bilhete de Vaporetto de 72h por apenas 18€, uma vez na posse deste. É um desconto significativo de 7€ (o preço normal é de 25€) e permite-lhe ainda obter descontos noutras coisas.
Se está a viajar em grupo de mais 20 pessoas (mais vantagens ainda se com mais de 65 anos) está também previsto um desconto para a linha Nº1 (desde a Piazzale de Roma até S.Marcos). Saiba mais aqui.
Existem ainda duas possibilidades de adquirir um cartão de descontos em Veneza. O Venice Card Blu e o Venice Carde Orange. Ambos são caríssimos e ficará sempre ao seu critério a utilidade da sua compra.
Quanto aos barcos podemos afirmar que são verdadeiras traineiras, muito antigos e sempre com imensas pessoas no interior, ao estilo da imagem que temos em países como a Indonésia ou algo semelhante. A entrada para o Vaporetto faz-se num cais instável mas seguro e numa verdadeira jogada de sorte. A maior parte dos turistas tem medo que os Vaporettos esgotem e não haja nenhum a seguir. A frequência destes barcos variam em função da linha, mas a mais utilizada, para S.Marcos, deve existir de 10 em 10 minutos. A abordagem ao cais é também algo brusca mas sempre feita em segurança. Não se espante se vir um cais a ser transportado por um barco reboque. É provavel que tenha de ser sujeito a manutenção.
Em jeito de recomendação e dado que é bastante difícil usar o Vaporetto com muito espaço à sua volta tenha sempre os seus bens vigiados e nos bolsos interiores da roupa ou a mochila bem fechada. Como em todas as cidades existem individuos que só entram no transporte para "furtar".
O elevado preço dos bilhetes, do mais utilizado transporte público de Veneza, permite-nos erradicar qualquer ideia de ficar hospedado em alguma das ilhas á volta de Veneza pois irá concerteza afectar o seu orçamento.
Se vai a Veneza não vai querer perder a oportunidade única de andar de Gõndola. A Gôndola é a forma mais elegante e dispendiosa de conhecer a cidade. A maior parte das pessoas que sonha ir a Veneza preenche o seu imaginário com um passeio neste impressionante meio de transporte. As Gondôlas são exactamente como todos as imaginamos mas com mais excelência e luxo.
Inicialmente projectadas como modo de vida entre os habitantes é hoje sinónimo de riqueza entre os seus utilizadores. Outrora milhares, são hoje pouco mais de algumas centenas as que perduram nos canais. As Gôndolas são feitas de 8 diferentes tipos de madeira e compostas por 280 peças. Cabe ao dono de cada uma decora-la ao seu estilo, porém terá sempre de manter a sua cor exterior preta. É extraordinariamente difícil obter a licença para se conduzir uma Gôndola e apenas uma mulher em Veneza tem uma.
O preço base das Gôndolas é definido pelo governo da cidade e está fixado em 80€. No entanto os "gondoleri" cobram sempre acima deste valor (nunca abaixo) e de nada servirá regatear. Os turistas japoneses e americanos muito contribuem para os valores altos que chegam a ser cobrados por um passeio nestes barcos, pois aceitam praticamente qualquer valor que lhes é pedido, deixando assim pouca margem de manobra para turistas com os bolsos menos carregados. Prepare-se para ouvir propostas dos "gondoleri" entre os 100€ e 150€ por um passeio de 45 minutos. Este valor é válido para 2 pessoas, sendo que por 4 ou 5 pessoas o valor aumentará, mas aí também pode ser repartido por mais gente a pagar. A partir das 20h as Gôndolas passam a ser mais requisitadas e são por isso também mais caras.
Se quiser uma viagem ainda mais inesquecível junte 200€ e terá um "cantante" na sua Gôndola a percorrer os canais consigo, enquanto impressiona com a melodia "That's Amore". Divinal.
Se não pode dar-se ao luxo de viajar sozinho ou só com outra pessoa numa Gôndola não desespere, pois a sua oportunidade ainda não está perdida. Existem Gôndola Tours que por 35€ por pessoa permitem um passeio de cerca de uma hora na companhia de mais umas seis ou sete pessoas, na mesma Gôndola. Pode reservar pela internet ou então junto á ponte do Rialto.
Se não tem ou não quer gastar tanto dinheiro numa gôndola, então vai adorar a opção "Traghetto". O traghetto é um barco muito semelhante à gôndola mas que é utilizado para apenas fazer travessias entre uma margem e outra. Como só existem três pontes sobre o Grande Canal (3.5km de comprimento) e nem sempre se está perto de uma ponte, usa-se o traghetto. Uma viagem de traghetto dura cerca de 1 minuto mas também só custa 0.50€. É a experiência mais parecida com uma g gôndola, se bem com muita gente a bordo, mas também a forma mais acessível de circular nas águas venezianas. Por vezes as travessias são tão curtas que as pessoas nem se sentam. Existem sete paragens de traghettos em toda a cidade, procure-as.
O outro meio de transporte é o táxi aquático. Imagine só, se em terra os táxis já são caros, quanto não custará andar num em plena Veneza. Este meio é utilizado geralmente pelos executivos que chegam à cidade ou pelos clientes que vêm para ficar nos grandes hoteis e aconselhá-mos que se mantenha afastado de um se não quer dar cabo do seu orçamento.
De qualquer das formas tudo aqui se movimenta por água e mesmo o transporte de um doente, a celebração de um funeral ou o patrulhamento da polícia é sempre feito de barco. Se calhar é por tudo isto que Veneza é uma cidade única...
A Smart Advertising, uma rent-a-car ligada à publicidade, vai disponibilizar já no mês de Novembro, o aluguer de veiculos Smart a 1€ por dia com 100 Km incluidos, no Porto. Esta empresa já fazia o mesmo nas cidades de Lisboa e Cascais desde ah alguns meses e prepara-se agora para abir a primeira estação na cidade do Porto (Largo da Maternidade Júlio Dinis). Parece surreal mas é mesmo possível alugar um Smart por 1€. Existem algumas condições para o aluguer ter esse preço, tais como ser obrigatório transitar um minímo de 30 Km por dia e circular com publicidade visivel no Smart. Consulte o site da S2rent e veja com é fácil fazê-lo.
A cidade do Porto foi também a escolhida para o primeiro Easyhotel, hotel "low budget" da cadeia Easy, conhecida pelos serviços que oferece baseados na relação reserva com antecedência/preços mais baixos. Será em 2008 e prevê-se a abertura de 1 hotel por ano até 2011 em Portugal. O hotel oferecerá um quarto duplo com casa de banho no interior por 40€ na baixa portuense, na Avenida dos Aliados, o que neste caso até poderá nem ser um excelente preço se tivermos em conta que algumas pensões o fazem por valores inferiores. O destaque destes quartos vai para a decoração atraente e design modernos. Este tipo de aluguer caracteriza-se também por oferecer o essencial de um alojamento pagando-se tudo o que se considera um extra, adicionalmente, tal como a T.V no quarto ou o pequeno almoço. Este tipo de hotel económico esta já presente em diversas cidades europeias.
Ainda nas novidades da cadeia easy, a easyjet chega hoje à Ilha da Madeira. O primeiro voo para o Funchal em companhias "Low Cost" chega hoje directamente de Londres (Stansted). No dia 1 de Novembro a mesma companhia estreia uma rota entre Bristol e o Funchal. Espera-se assim que esta operação ajude a despoletar também os voos, das tão desejadas companhias de baixo custo, entre o Continente e as Ilhas. Se tudo correr bem os voos caros para o Arquipélago tem os dias contados e poderemos conhecer as nossas Ilhas a preços bem mais reduzidos.
A SkyEurope estreia também no dia 10 de Novembro o primeiro "speed-dating" a 36.000 pés de altitude desde Lisboa.
Este evento consiste em colocar frente a frente 25 mulheres e 25 homens solteiros de forma a conhecerem-se melhor em "entrevistas" de 5 minutos com objectivo de encontrarem a sua cara metade, num voo de uma hora e meia desde Lisboa até Viena.
Os participantes podem adquirir o bilhete no site da SkyDate e por 160€ por pessoa têm direito a voo ida e volta para Viena, com taxas incluidas, estadia de uma noite em hotel quatro estrelas na cidade austríaca com pequeno almoço, transfer de e para o aeroporto e ainda visita guiada à cidade. O regresso a Lisboa está marcado para o dia 11 de Novembro. Uma ideia inovadora que será partilhada em mais cidades europeias durante todo o mês.
Em Madrid existem só existem 2 formas viáveis de conhecer a cidade. De metro ou a pé. O carro terá de ser uma opção a repensar para se deslocar dentro da cidade.
De qualquer das formas, Madrid tem uma vantagem em relação ás grandes cidades europeias. É muito fácil entrar na cidade de carro, em menos de 7 minutos vindo de fora consegue entrar no centro da cidade, os acessos são muito bons e as indicações bastante visíveis e frequentes. O caos acontece depois de entrar no centro. É uma cidade complicadíssima para conduzir e os condutores madrilenos são inconstantes. Ora são “stressados” ora são lentíssimos.
Além do mais que em Espanha é bastante habitual que tentem estacionar junto do seu carro num lugar onde não cabe um "Smart", batendo atrás e à frente até caber.
Seja como for, se já está na cidade de carro vai enfrentar algumas dificuldades, nomeadamente ao nível do estacionamento que é difícil e caro. Os parques de estacionamento são muito caros (apesar de frequentes) e os lugares para parquear nas ruas da cidade são um luxo. Em Madrid existe uma divisão territorial dos lugares de estacionamento o que ajuda a provar que a cidade é bastante organizada e moderna.
Existem lugares demarcados a tracejado verde que só podem ser utilizados pelos moradores, que possuem um selo no automóvel que comprova que são residentes na área. O tracejado a azul significa que qualquer pessoa pode estacionar, desde que pague claro. No centro da cidade é quase impossível encontrar tracejado branco (esses lugares são gratuitos) e arriscar estacionar num lugar só para residentes (verde) ou estacionar e arriscar não pagar o parquímetro (azul), até porque acha que o estacionamento vai ser breve, é multa certa!! Existem vigilantes só para sancionar quem estiver mal estacionado e estão sempre por perto.
Nos lugares que são a pagar fique a saber que quanto mais tempo ficar estacionado maior será o valor a pagar, tal como acontece em Portugal. Por uma hora pagará 1€ e por duas horas 2.55€. Duas horas é também o tempo máximo que pode ficar estacionado já que as máquinas de pagamento não aceitam valores superiores a duas horas de estacionamento. Isso implica que no máximo dentro de duas horas tenha de voltar ao local de estacionamento e voltar a colocar moedas, o que não lhe permite afastar-se muito da viatura.
Deslocar-se a pé é uma opção válida embora possa ser também delicada nos meses de verão (Junho,Julho,Agosto), pois em Espanha esta estação do ano é muito quente e seca. Em Madrid é possível conhecer praticamente a cidade toda a pé e assim experienciar toda a sensação da cidade. Quase todos os locais de interesse estão próximos, com excepção da Praça de touros (Plaza de Ventas) ou o Estádio Santiago Bernabéu.
No que concerne à utilização do Metro pudemos afirmar que é bastante mais prático, é rápido, moderno, limpissímo e cómodo.
O Metro de Madrid é muito abrangente e leva-nos a todos os pontos turísticos, servindo mesmo zonas exteriores da cidade como Móstoles ou Getafe.
Cada viagem simples para a Zona A custa 1€ e chama-se "Billete Sencillo". A Zona A compreende toda a zona central da cidade que vale a pena conhecer.
O "Billete Combinado" é semelhante ao anterior, no entanto este permite viajar em qualquer zona. Custa 1.75€ cada viagem simples.
Existe também a possibilidade de comprar um bloco de 10 bilhetes por 6.40€, mas terá de escolher em que zona pretende viajar (Zona A+ EMT, Sul, Norte, Este, TFM). Esta será provavelmente a melhor opção para visitar a cidade, já que cada viagem custará 0.64€ e em Madrid.
Os passes para turistas já existem no formato de 1,2,3,4,5,6 ou 7 dias, e podem ser comprados segundo os valores da tabela abaixo, em todas as estações do metro ou no Centro de atendimento ao viajante no Aeroporto. Chamam-se abonos turísticos e existem para adultos e crianças. Uma dica da nossa leitora Ana Paula.
Saiba ainda que para entrar ou sair no Aeroporto de Barajas de metro terá sempre de pagar um suplemento em forma de bilhete de 1€.
O Porto é uma cidade para ser vista a pé. O facto dos marcos históricos e arqitectónicos mais conhecidos da cidade estarem quase todos compactados na baixa portuense facilita a visita ao turista que assim não perde tempo à espera de transporte. A cidade do Porto é uma cidade muito antiga e bastante tradicional daí que o metro só tenha surgido há poucos anos sendo que o transporte rei ser o autocarro.
A STCP é a rede principal de transporte de passageiros e com uma rede nova e bastante funcional para o turista, para além de oferecer pacotes turísticos para quem vem visitar o Porto. Os andantes disponíveis são de 1 dia, válidos para todos os transportes e sem limite de viagens durante 24horas, que custa 4€ e um bilhete de 3 dias com o valor de 9€. Esta é a forma mais simples e mais barata de se deslocar em transportes públicos.
Existem também outras opções para quem só quer usar transportes públicos amiúde que são a compra do bilhete dentro do autocarro (custa 1,30) ou a compra de um cartão recarregável de 2 em 2 viagens e cujos valores variam de zona para zona. Pode adquirir este bilhete e qualquer quiosque de rua. Para entender melhor visite a página da STCP.
A Câmara Municipal do Porto disponibilizou recentemente o Porto Card. Este cartão consiste em validade em qualquer meio de transporte público e entrada gratuita, ou descontos, na entrada de monumentos e museus portuenses. Os preços variam entre os 3,50€ e os 15,50€ dependendo da modalidade e dos dias que preferir. Pode ser adquirido em portos de turismo, Fnac ou no próprio hotel onde estiver instalado. pergunte na recepção pelo Porto Card.
Se preferir pode sempre usar o metro para se deslocar mais rapidamente na cidade e sair do centro. Cada viagem custa 0,85€, dependendo das zonas onde se vai deslocar. Mas pode sempre usar os andantes acima referidos que lhe permitem um uso mais fácil do metro. Para compreeender a rede do metro verifique aqui.
A nossa sugestão é conhecer a cidade do Porto a pé não só pela beleza da cidade mas também porque a espera por um transporte e o trânsito caótico que pode encontrar pode tornar-se desesperante.
Paris é uma cidade que deve ser apreciada a pé! Tal como muitas outras cidades europeias, o seu esplendor revela-se em cada caminhada. Existem boas opções ao nível dos transportes públicos, nomeadamente uma boa relação de camionetas e uma linha de metro eficaz. No que diz respeito ao metro da capital gaulesa tem um grande senão: os cheiros! Em Paris, de um modo geral, as pessoas não têm muito cuidado com a higiene pessoal e isso transparece facilmente num espaço fisico fechado em que estejam presentes mais de 4 pessoas. O metro é o pior exemplo desta afirmação. Apesar de ser rápido, prático, de fácil compreensão ( em 30 minutos percebera como funciona a rede e não terá dificuldade em deslocar-se) é extraordinariamente sujo, as pessoas tresandam e apesar de seguro deixa uma sensação de insegurança. À partida, quando tiver pela primeira vez um mapa do metro de Paris na mão, vai achar um pouco confuso, pois em Paris as ligações de comboio e de metro estão anunciadas no mesmo mapa e existem centenas de estações nas dezenas de linhas.
A RAPT, empresa responsável pela gestão deste transporte na cidade disponibiliza vários tipos de passes e um serviço entre as 5.30h e a 1.00h com frequências, em média, entre 3 e 8 minutos. O paris visite é o passe ideal para quem deseja flexibilidade, pois não tem limite de viagens para os dias e zonas que for válido e permite viajar também em toda a rede suburbana de comboios, no funicular de Montmartre e em toda a rede de autocarros, mesmo na nocturna. Existe na versão de 1,2,3 ou 5 dias consecutivos e para as zonas 1-3/1-5/1-8. Para toda a zona central de Paris, onde estão os locais de interesse, o passe ideal é o entre as zonas 1 e 3. O passe entre as zonas 1 e 5 é ideal para quem queira visitar o Palácio de Versailles na zona 4 ou a Eurodisney na zona 5 ou para quem vem dos aeroportos Charles de Gaulle (5) ou Orly (4).
Aqui pode ficar com uma ideia das tarifas para este Passe.
Existe no entanto a possibilidade de comprar um bilhete único. Se assim o desejar saiba que custa 1.40€ e que pode comprar também um "Carnet" (conjunto) de 10 bilhetes simples por 10.90€. São válidos também no funicular, comboios e nos autocarros.
O passe Mobilis é outra opção para permanências mais curtas na cidade francesa. Tal como o nome indica, permite-nos viajar com toda a mobilidade para o dia escolhido. A versão mais barata serve para as zonas 1/2 e custa 5.50€ por dia.
O mais barato de todos os passes para conhecer a cidade é o Hebdo ou Carte Orange. Custa 16€ para as zonas 1/2 ou 21.20€ para as zonas 1/3 para uma semana. Tem um senão. Ao contrário do paris visite que é válido a partir do dia em que compra, neste, a sua validade tem inicio todas as segundas feiras. Por isso se chegar à cidade a uma quinta ou sexta-feira não sera de certeza a melhor opção.
Se pretende saber as distâncias entre uma certa estação de metro e outra, em qualquer cidade da Europa, Paris incluída, use o link de sites úteis do lado direito do nosso blog "Calcule a distância do metro".
Se quiser ir conhecer a noite de bruxelas existe um bilhete que pode ser comprado online na barra direita do nosso blog da empresa Thalys. É um serviço de comboios de alta velocidade que o coloca rapidamente em Bruxelas. Custa 30€ ida e volta mas tem de usa-lo em menos de 24 horas.
Um comboio de 2 andares, muito frequentes em Paris.
Se pensa alugar um carro, repense a sua estratégia, pois é muito complicado estacionar, o trânsito é complexo e perdera muito do seu tempo útil no tráfego citadino.
Em susbtituição do carro, e se não gosta do metro, utilize os autocarros em Paris que são limpos, frequentes e fáceis de o colocar em qualquer sitio (um pouco mais demorado que o metro é certo) mas fica a conhecer melhor a cidade.
Para finalizar fique com alguma noções importantes. É provável que durante a sua estada em Paris o abordem na tentativa de lhe venderem um bilhete de metro com a justificação que não foi usado. Não compre porque é um truque muito utilizado para enganar os turistas. Viaje sempre com os seus pertences debaixo de olho (válido para todas as cidades) e evite o contacto visual fixo com os árabes que procuram sempre problemas. Os passes em Paris dão a ideia que foram feitos para se perderem facilmente. Não têm mais de 5cm. Guarde-os sempre num local seguro pois é muito fácil perde-los.
Em Roma a melhor forma de se deslocar é a pé! Apesar do metro ser limpo, simples (só 2 linhas diferentes), rápido e moderno não é muito abrangente, pois as estações por vezes ficam afastadas do sitio a visitar. Isso deve-se ás dificuldades em construir linhas sem danificar achados arqueológicos que vão surgindo a todo o momento. Os autocarros circulam geralmente apinhados, e demoram o dobro do tempo a fazer o mesmo trajecto que você faria a pé. Mesmo assim, é uma solução barata para quem tem mais tempo. Os bilhetes para metro e autocarro sao conjuntos, o que quer dizer que por um simples euro pode viajar 75 minutos desde a primeira validação em qualquer transporte público romano. Existem bilhetes diários que custam 4€ e que permitem viajar 24 horas sem qualquer limite de viagens. Devem ser validados só na primeira vez de utilização e depois é so apresenta-lo caso apareça o revisor. Se vai a Roma num fim de semana talvez seja melhor comprar um bilhete de três dias por 11€. No caso duma estadia mais prolongada opte pelo bilhete de sete dias, que por 16€ lhe permite circular em qualquer transporte público durante uma semana inteirinha, só tem de escrever o seu nome nele. Os bilhetes estão á venda em qualquer quiosque, e mesmo dentro do Termini escusa procurar uma bilheteira oficial, pois não existem.
Outra boa opção, embora mais arriscada é alugar uma vespa! É uma forma fantástica de conhecer a cidade, principalmente nos meses de verão, permite-nos uma flexibilidade enorme, serve para conhecer todos os locais principais e percorrer as ruelas de roma em que nem os carros passam e sobretudo é fácil de estacionar sem ter de dar três voltas ao quarteirão. O aluguer diário de uma scotter varia entre os 35€/45€, dependendo se a mota é de um ou dois lugares, já com seguro, capacetes, assistência em viagem e sem limite de quilómetros. Quantos mais dias alugar, mais barato fica o preço final.
Se mesmo assim prefere optar pelo pesadelo de alugar um carro na cidade faça-o online na Sixt, uma rent-a-car que lhe permite alugar um Smart a partir de 5€ por dia com 100Km incluídos.
Se fica assustado só de pensar em andar a pé, não fique, vai ajudá-lo a queimar as calorias das excelentes refeições que fará e na capital romana tudo fica perto, não fossem todos os caminhos dar a Roma!
Apesar de existirem diversas formas de se deslocar em Londres, a melhor opção é sem dúvida o metro. Com um cartão de visitante, "Travelcard", para as zonas 1 e 2 (onde tudo acontece), pudemos usar o metro nas respectivas zonas, todos os autocarros sem limite de zonas, o DLR (um meio de transporte semelhante ao comboio, que circunda toda a zona das docas londrinas) e ainda obter um desconto de 1/3 sobre o preço final no bilhete dos barcos sobre o tamisa. O Underground, como é conhecido o metro londrino, é muito cómodo, rápido (em média 1 a cada 2 minutos) e de uma flexibilidade impressionante, que fica demonstrada melhor ainda se possuir um "Travelcard", pois possibilitada um número ilimitado de viagens. Existem "Travelcards" de 1 dia, 3 dias, ou 7 dias, e podem ser comprados online ou á chegada a Londres. Um bilhete simples para as duas zonas custa 3 £ (4.5€). Lembre-se, nas escadas rolantes de cada estação, mantenha-se á direita se não quiser andar, pois o lado esquerdo é utilizado por quem está com pressa. Se no entanto prefere ver por onde anda, e tem tempo disponível, então a nossa sugestão é que utilize o Autocarro. Em Londres existem "Double Deckers" lindissímos, autocarros históricos de dois andares, muito confortáveis. Se andar em algum, suba para o andar de cima e tente arranjar lugar na frente. O passe para o Autocarro é o "Bus Saver", custa 13.5 £ (20€) e não tem limite de zonas. Um bilhete simples custa 1.5 £ (2.25€). Qualquer bilhete de transporte público pode ser utilizado até as 4:30 da manhã do dia seguinte ao da validade. Os mais corajosos podem aventurar-se no trânsito londrino (atenção á taxa de utilização no centro), a preços muito acessíveis. Um Smart pode custar apenas 5 £ por dia se reservar online através da empresa "Sixt".