segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Como chegar a Paris

Se vive em Portugal e se pretende ir a Paris passar uns dias mas não quer gastar muito dinheiro na viagem de avião então a opção é a Ryan Air que parte do Porto ou a Easy Jet que parte de Lisboa.
Se vem de outra parte do mundo basta ver de onde partem estas companhias lowcost e fazer o seu itinerário ideal. Tem também outras companhias lowcost à sua disposição basta clicar nos links expostos na nossa barra lateral direita.
Como já referimos em publicações anteriores, através destas companhias pode ir visitar a Cidade da Luz por cerca de 80€, ida e volta e já com taxas incluídas, basta marcar com alguma antecedência.

Paris é servida por vários aeroportos sendo que o destino das lowcost normalmente seja no aeroporto de Beauvais.
Se assim for saiba que este aeroporto fica situado a cerca de 80km do centro de Paris.


Quando lá chegar não se assuste se aquilo lhe parecer um galinheiro.
É extraordinariamente pequeno, os abrigos da chuva para chegar ao local onde vai buscar a sua bagagem são de plástico (muito parecidos com uma cobertura de estufas de flores), o local de recolha das malas é minúsculo onde o tapete é tão pequeno que as pessoas andam em cima dele para irem buscar a respectiva mala, os wc’s são imundos e quando tem os seus valores em sua posse basta sair porta fora que já está no parque de estacionamento sem ter de mostrar a identificação a ninguém. E não se espante também se quando tiver a chegar ao local das bagagens entrarem os familiares de alguns passageiros pelo sitio dentro. Não há mesmo segurança nenhuma.


Chegado a Beauvais e sem boleia de nenhum familiar não se preocupe. Tem duas opções para chegar ao centro de Paris. Ou aluga um carro ou vai de camioneta.

Se a sua escolha recai sobre a primeira opção dirija-se ao posto da Sixt situado no meio do parque de estacionamento do aeroporto e alugue um carro por um preço minimo de 20€ por dia, já com seguro incluído.
Esta agência tem também a opção de alugar um smart por 5€ por dia mas que nem sempre está disponível online. Dirija-se lá e questione-os sobre essa opção.

Mas se a sua opção é a camioneta então siga a fila de viajantes que se dirige a um pequeno quiosque situado à saída do aeroporto (mal sai do aeroporto vê indicações para o respectivo quiosque) onde é possível comprar o transfer para o centro de Paris (para Porte-Maillot) por 13€ por pessoa e por percurso.

As saídas com destino á capital francesa acontecem a cada vinte minutos após a chegada de cada voo e o regresso do centro de Paris é feito três horas antes de cada partida em Porte Maillot.



O preço do bilhete é um pouco elevado tendo em comparação outras capitais europeias onde esse pode ser o valor total dos dois trajectos, mas já está em Paris!
A viagem dura cerca de 90 minutos e as camionetas são bastante cómodas.
Aproveite para descansar um pouco.


Existe também a opção de alugar carrinhas privadas mas essa solução só se torna rentável se viajar com um grupo numeroso.

O aeroporto de Orly é o mais central de todos a apenas 14km do centro de Paris.
Se este foi o seu destino não vai ter muitas dificuldades visto que tem a opção metro mesmo á porta. Não tem custos extras em transfers já que no próprio aeroporto vendem o bilhete de metro que o coloca no centro de Paris (Gare-du-Nord) em cerca de 30 minutos, tem é de fazer várias ligações de metro.
A ligação ao centro é feita pelas linhas B e C da RER.


A outra possibilidade é o aeroporto de Charles de Gaulle, o maior e mais conhecido dos três e que é apelidado tambem por aeroporto de Roissy.

Fica a 23km do centro da cidade e tem também uma estação de TGV no seu interior.
Existe um serviço regular de autocarros para o centro que circula a cada quinze minutos, entre as 6h e as 22.30h.
Transporta-o dos terminais do Charles de Gaulle até ao districto da Ópera, bem no centro de Paris, em apenas 45 minutos.
Para voltar ao aeroporto existe também um serviço, este a cada 10 minutos, e que circula entre as 5.50h e as 23h com partida da Place Charles de Gaulle, via Port Maillot e o destino são os terminais 1 e 2. Demora cerca de 40 minutos.
Existe para além deste serviço um outro que circula de Montparnasse, via Gare de Lyon entre as 7:00h e as 21:30h e leva 50 minutos até ao aeroporto.

Se optar pelo comboio, saiba que este aeroporto foi um dos primeiros da Europa a ter um sistema integrado de TGV e RER o que permite chegar ao centro em 40 minutos.

A Eurodisney fica a apenas 10 minutos e Bruxelas a menos de uma hora.
Os comboios partem a cada 15 minutos, com maior frequência nas "horas de ponta".

A linha B no terminal 2 liga o aeroporto á estação da Gare du Nord, onde uma vez aí não faltam ligações com o metro.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Comer em Paris



Paris é mundialmente conhecida pela sua gastronomia.
Tem alguns dos melhores restaurantes da europa e Chefs premiadamente reconhecidos.
Mas como sempre ouvimos dizer que "o que é bom sai caro", a capital francesa também não é excepção.
Comer em Paris de forma económica é tarefa árdua e nem sempre se torna possível.
O estilo de vida parisiense é um dos mais caros de toda a Europa e isso reflecte-se também à mesa.

Mas vamos por partes.
O "petit dejeuner" (pequeno almoço), pode custar tão caro como uma refeição em Portugal.
Se o hotel tiver o pequeno almoço incluído aproveite, pois tera direito a um par de croissants, umas manteigas e compotas, sumo de laranja e pouco mais.
Mas se não fizer parte do preço, então evite tomá-lo dentro do hotel ou pousada pois será um desperdicio de dinheiro e custar-lhe-a entre 10 a 20€, salvo raras excepções.
Levante-se mais cedo e vá a uma daquelas "patisserie" ou "boulangerie" (pastelaria ou padaria) e experimente algo tipicamente francês (tem de experimentar as magnifícas baguetes)!
Na saída do metro de Forum des Halles (curiosamente é também a maior zona comercial subterrânea da europa), existem umas vielas com diversas roulotes e bancas onde pode comprar por apenas 2€ até 4 panikes com recheios diversos (experimente os de chocolate).
É na mesma saída que á sua esquerda encontrara uma banca especializada na venda de gomas e que tem o refrigerante mais barato de Paris.
Uma Cola Cola de lata custa 1€, enquanto que em qualquer supermercado custara 2.5€ e nas zonas mais turísticas uma nota de 5€ pode não ser suficiente.Abasteça-se.

Para almoçar ou jantar uma boa opção é a cadeia francesa Hippopotamus, um restaurante com um serviço grill espectacular, começando nos bifes e acabando no entrecosto.
Se aprecia este tipo de comida, e não só, então vá a um destes restaurantes e por 14.90€ por pessoa (o que em Paris é um preço espectacular), pode provar as entradas, prato principal ou sobremesa!
Por 18.90€ experimenta as três coisas!
As crianças têm menus a partir dos 7.5€ e existem menus com descontos para estudantes.
Consoante o "menú" que escolha pode por estes preços incluir desde a bebida até ás sobremesas.
Estes restaurantes são famosos por servir a qualquer hora sendo que os da zona da Opéra, Clichy e Montparnasse so fecham ás 5h da manha.

Outra excepção no centro da cidade são os restaurantes no quarteirão latino, ou como os franceses gostam pomposamente de chamar, o Quartier Latin (arrondissements 5 e 6).
Por cerca de 20/25€ por pessoa (nunca menos) conseguira arranjar um lugar num restaurante nesta zona.
É aqui que estão fixados os restaurantes gregos, os tasquinhos franceses típicos e as sandes mais baratas da cidade.


Uma opção mais leve mas igualmente barata para uma refeição ligeira enquanto visita os locais mais importantes fala português.
Fica junto do "Moulin Rouge", na saída do metro de Pigalle e mesmo ao lado do famoso cabaret, existe uma banca propiedade de uma portuguesa e de um senhor francês que fazem cachorros e crepes de chorar por mais a preços portugueses! O cachorro custa 2€ e os crepes entre 1.5€ e 3€ com vários recheios.

Se quiser mesmo economizar, então compre uma baguete e uma garrafa de vinho e disfrute-as numa das margens do rio Sena.
Sem dúvida uma das melhores opções e muito recorrente entre os nativos.

E é claro que as famosas cadeias de comida rápida também estão bem presentes na capital.
Nas Mcdonald's um menu normal custa 6.40€, o que apesar de parecer caro aos olhos de um português, são valores baratos para um turista.
O pior vai ser mesmo pedir, se tiver dificuldades com o idioma, pois os franceses não falem e não se esforçam minimamente por entender qualquer coisa que não seja falado na língua deles.
Experimente a Mcdonald's dos Champs Elysees pois tem muita classe e glamour.
Se não domina a língua, fique com o nosso conselho e tente pelo menos entrar no pedido com um "Bon Soir".

Mas se a sua vontade é mesmo sentar-se junto daqueles turistas que almoçam ou jantam no requinte duma esplanda parisiense, então prepare-se para desembolsar alguns euros!

Um jantar desses nunca saira por menos de 40€ por pessoa (muitas vezes ainda sem o vinho) mas é uma experiência única.


Mesmo durante o inverno os franceses fazem questão de ter estas esplanadas montadas e usam-nas com frequência.
Experimente e sinta-se um parisense!

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Alojamento em Paris

Se está a pensar visitar Paris e procura alojamento barato, com boas condições e centralizado, esqueça porque tal não existe.
Ficar alojado em Paris a preços convidativos requer muito esforço e uma pesquisa intensa.
Mas nós damos uma ajudinha.
O que nós recomendamos são os hotéis Formule 1 ou os Etap.
Pertencem à cadeia dos hotéis Íbis e geralmente isso significa alguma qualidade.
Os Formule 1 são hotéis mais centrais que os Etap, sendo que o segundo é mais aconselhável para quem tem carro.







Aqui pode ver a localizaçao dos Formule 1 disponíveis pela cidade.



Existe um Formule 1 muito bom em Saint-Denis, em frente do Stade de France, estádio nacional francês (junto de um Drive in da cadeia Mcdonald's), que fica a 3 minutos a pé da estação de Saint-Denis e a duas estações da Gare do Nord (centro de Paris).
Nesta companhia espalhada pela capital os preços são bastante acessíveis (entre os 35€/50€ por quarto até 3 pessoas) e todos eles são quartos triplos, tem uma cama de casal e uma de solteiro.
Os quartos não são sinónimo requinte, mas têm televisão e lavatório.
Os chuveiros e wc’s são partilhados mas são muito limpos e não tem de pagar um valor extra por querer tomar banho (é muito habitual hotéis no centro de Paris pedirem um valor extra – cerca de 2€ - por cada duche que decidir tomar, outros são um pouco mais simpáticos e oferecem só duche de boas vindas!) .
Não admira porque terão sido os franceses a inventar o perfume!
O pequeno-almoço não está incluído no preço mas por apenas mais 3.90€ por pessoa pode desfrutar de um pequeno-almoço em forma de buffet.

Outra boa opção é o Mije Hotel, uma pousada/hotel cujos valores variam entre os 28€ e os 45€ por pessoa.
Fica pertíssimo do Centro Pompidou e se não quiser procurar um restaurante este hotel tem um cujas refeições custam apenas 10,50€.


Uma opção mais central são os hotéis Íbis, mas uma opção mais dispendiosa já que terá de desembolsar cerca de 90€ por quarto duplo e sem pequeno almoço incluído.
Dentro destes preços e localização o Hotel Luxour não é de descurar.


Mas se procura algo mais sofisticado então reserve o seu quarto no Hotel Lê Tourville onde por cerca de 150€ por noite terá todo o luxo e requinte que deseja.


Se procura outro género de alojamento onde pode conhecer gente de vários locais do mundo então a opção são os já conhecidos hostels.

Recomendamos o hostel Peace and Love onde os funcionários são muito simpáticos e esforçam-se para falar em inglês, tarefa algo complicada em vários locais parisienses, muito central (10 minutos a pé do Louvre), tem várias actividades semanais desde tours à cidade a jantares de gala. Os preços são muito acessíveis, rondam os 25€ por pessoa.
O que quer que decida afaste-se do Hostel Richard já que aqui juntamente com a tarifa diária terá de pagar um extra por lençóis (3€) e que não serão mudados senão pagar outros 3€ e não tem pequeno almoço, já para não falar da péssima localização e falta de segurança.


Uma zona de Paris que aconselhamos a evitar para se alojar é na área de Pigalle / Clichy (onde está situado o Moulin Rouge e várias casas de prostituição) visto que de noite torna-se um local algo perigoso.
É um dos arrondissements com maior indíce de criminalidade da cidade e onde facilmente somos reconhecidos como turistas.

Como pode constatar o alojamento em Paris não é muito barato mas dentro das escolhas possíveis e dos preços existentes o preferível será ficar num hotel menos central que os hostels e assim não ter de partilhar o quarto com 8 pessoas diferentes.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

Paris



Paris é conhecida como a Cidade das Luzes sendo uma das capitais mais visitadas do mundo.
É a segunda metrópole europeia mais populosa.


É, talvez, a cidade europeia mais romântica onde pode passear nas margens do Rio Sena, subir a Torre Eiffell e namorar, muito. Para além desta característica romântica é também uma cidade bastante cultural, basta ter um dos museus mais conhecidos do Mundo com a obra de arte mais famosa de Da Vinci.
Falamos do Louvre e da Mona Lisa.
A cidade está curiosamente divida em 20 "Arrondissements" municipais que são um género de divisão administrativa.
Qualquer altura do ano é uma boa opção para visitar a cidade e provar a sua gastronomia de renome mundial.
A par de Tóquio, Nova Iorque e Londres, Paris é das cidades mais importantes do Mundo.

domingo, 31 de dezembro de 2006

O que ver em Roma

Roma é uma cidade muito italiana, dedicada á cultura e bastante enraizada em volta dos seus tempos aúreos de centro imperial.
A presença da sua grandeza do passado encontra-se estampada ao virar de cada esquina e o requinte está marcado nas elegantes fontes espalhadas em cada praça.
O seu handicap, será muito provavelmente o rio Tibre, que não tem o glamour esperado de uma cidade europeia.

Em Roma comece por visitar a Piazza Venezia, um monumento em honra do Rei Vittorio Emanuelle II, com mais de 150 anos e que hospeda também o soldado desconhecido.


Fica numa praça ladeada de jardins, perto do Palazzo Venezia, onde da varanda Mussolini proferia os seus discursos, e no seu topo consegue excelentes fotografias do coliseu de roma e do fórum romano.
Tenha cuidado pois na área existem muitos senhores vestidos de gladiadores demasiado prontificados a tirar uma foto consigo, já que cobram 5€/10€, no final da fotografia dependendo do aspecto do turista.


Se visitar o topo deste monumento chegara á Piazza Campidoglio, uma praça idealizada por Michelangelo, onde fica o museu capitolino onde é possível visitar a loba que alimentou, segundo a lenda, Rómulo e Remo, os fundadores da cidade.

Mais a oeste e a 100m dali, no meio de um vale, entre o monte palatino e monte capitolino, fica o Fórum Romano, que em tempos foi o centro das decisões imperiais.
Aí é possível visitar a Ara di Cesare, onde ainda hoje os turistas prestam homenagem ao grande imperador, e ver ruínas incrivelmente preservadas de toda a antiga cidade.
Percorra todo este trajecto e imagine-se a voltar atrás no tempo e a viver na era do Império Romano.
Á saída fotografe o Arco de Constantino.


Esta é uma zona particularmente histórica que dispõe de diversos locais de interesse.
Como tal decidimos deixar aqui a vista aérea do quarteirão para que possa facilmente identificar e decidir o percurso que mais lhe convém visitar.


Mesmo ali ao lado, fica uma das maravilhas do mundo, o Coliseu de Roma.
Construído como palco de lutas para agradar ás classes mais elevadas da sociedade e para distração dos Imperadores é hoje um museum ao ar livre, onde por 11€ é possível visitar o seu interior.
Se tem intenção de o fazer, compre primeiro o bilhete conjunto no panteão romano, que habitualmente tem menos gente, e evite assim as filas para entrar.
Construído á cerca de 2000 anos o Coliseu é ainda hoje uma obra impressionante.
Tem 50 metros de altura, 185 metros de largura e nos seus tempos aúreos, tinha capacidade para 50 mil visitantes.


A menos de 5 minutos a pé do Coliseu e na direcção de Este vai encontrar o Circus Maximus, actualmente um parque público que muitos romanos usam para passear com os namoradas ou levar o cão.
Mas o Circus Maximus já foi em tempos muito grandioso.
Construído 600 anos A.C. era aqui que tinham lugar os antigos jogos romanos.
Como era um sitio tão popular entre o povo romano era frequentemente sujeito a obras de expansão.
Daí a sua grandeza.




Tinha 600m de comprimento e 225m de largura, com uma capacidade para 385 mil espectadores (actualmente seria o triplo do maior estádio de futebol do mundo).





Quem vai a Roma, seja ou não cristão tem de visitar o Vaticano.


O Vaticano tem 44 hectares e é nação independente mais pequena do mundo.
Tem o seu própio serviço de correios (de onde não se pode esquecer de enviar um postal para a família), a sua própia farmácia e até um multibanco em latim.
É governada pelo Papa, que por sua vez é eleito pelos cardeais vigentes, e é o centro do poder cristão.
Em seu redor existem os Jardins do Vaticano, a Basílica de São Pedro e o Museu do Vaticano que contém a fabulosa Capela Sistina.




A Basílica de São Pedro, onde todos os Domingos o Papa Bento XVI celebra a missa.



A entrada na Basílica de São Pedro é gratuita, no entanto pagara com algumas horas na fila o esforço para puder tirar algumas fotos no seu interior.
Lá é possível ver o Altar gigante onde só o Papa pode celebrar a missa, visitar as lápides dos Papas anteriores, ou subir ao topo da Basílica de onde se têm uma vista de cortar a respiração.
Se quiser subir ao cume, não pode sofrer de claustrofobia (o acesso até ao topo é apertado) e tem de pagar.

Mesmo ali ao lado pode visitar o Castel Sant'Angelo.

Actualmente funciona como Museu, mas o miradouro que domina a vista da parte antiga de Roma, já foi residência de Imperadores, Fortaleza dos Papas e Prisão datando de 123 D.C.



Diz-se que existe um túnel subterrâneo desde a Basílica de São Pedro até ao Castel Sant'Angelo para permitir a salvação do Papa em caso de ataque.

Mesmo em frente ao castelo existe uma ponte, a ponte de Sant'Angelo.
Mandada construir pelo Imperador Adriano, esta magnífica ponte é ladeada por Anjos em toda a sua extensão.

Uma visita nocturna a este castelo de planta circular é também de não descurar.
O bilhete custa 5€ (valor que pode ser mais alto em acontecimentos especiais) e pode ser comprado online.

Outro local no Vaticano que não pode perder são os Museus do Vaticano.
No entanto terá de ter muita paciência, pois a fila para este local de culto turista, atravessa 3 ruas e pode chegar a 4 horas de espera.
O pior disto tudo é que o simples turista que está na fila é facilmente ultrapassado por grupos com guia que têm prioridade (mas que também são muito caros) e quando parece que estamos prestes a entrar, a fila á nossa frente aumenta.

Ainda assim não é muito barato entrar no Museu, custa cerca de 12€, sendo que todos os últimos domingos do mês a entrada é gratuita.
Confirme aqui os preços e o calendário.

Se tiver oportunidade, enfrente isto tudo, pois o interior da Capela Sistina faz com que tudo isto valha a pena.
No interior do museu existem milhares de exemplares de estatuetas com o sexo tapado ou simplesmente cortado, frescos magnificamente desenhados por artistas de renome como Bernini ou Michelangelo e uns jardins lindos por onde o Papa costuma passear.

Já no final da visita chegara á Capela Sistina, onde é expressamente proibido filmar ou tirar fotos, mas ficara concerteza com um ar estupefacto perante a beleza da capela.

O Vaticano é também conhecido pela sua Guarda Suiça, que protege a cidade há mais de 500 anos.
Por onde quer que vá em redor do vaticano, é possível encontrar os guardas, exclusivamente suiços, vestidos com o rigor que os fatos criados por Leonardo Da Vinci impõem.
Se quiser ser um deles, não basta comprar um fato de carnaval.






Aqui os Guardas Suiços a saudarem o português D.José Policarpo








Fontes

Roma, sendo uma cidade mediterrânica pode ser bastante quente no verão dificultando ao turista a visita da cidade nesta altura do ano.
Mas relaxe, compre uma garrafa de água e aproveite para se refrescar nas variadíssimas fontes espalhadas pela cidade.
Algumas são bastante conhecidas e outras nem tanto, mas uma coisa é certa se decidir sentar-se na beira de uma e aproveitar para se refrescar ninguém lhe vai dizer que não pode (só se decidir ir para dentro da fonte, aí pode ter alguns problemas com a policia).
Das dezenas de fontes existentes destacamos de seguida as mais importantes e mais históricas.

Começamos pela Fontana di Trevi.


Encontra-la não é fácil já que se encontra no meio de várias ruas bastante estreitas mas se fizer o percurso a pé é fácil ouvir o barulho da água e das pessoas.
A partir da Piazza Venezia são cerca de 5 minutos a pé.
Quando chegar lá não se admire se não conseguir encontrar sitio para se sentar.
Fica numa praça bastante recôndita e a fonte é de grandes dimensões (25.9 metros de altura e 19.8 metros de largura), sendo no entanto um local perfeito e bastante fresco para relaxar.
É nesta fonte que o turista atira uma moeda para a água.
Reza a lenda que se atirar uma moeda com a mão direita sobre o ombro esquerdo o seu regresso a Roma está garantido.
Com esta brincadeira todas as semanas são recolhidos mais de 3000€ que posteriormente são usados para ajudar os romanos mais carenciados.
Mas não se admire se enquanto estiver na fonte vir pessoas de bengalas de metal com imans na ponta a apanhar moedas da fonte.

Outra fonte que não pode deixar de tirar foto está na Piazza Navona, a Fonte dos Quatro Rios.
Foi criada por Bernini, um dos artistas preferidos do Vaticano.




Nesta fonte estão retratados o Rio Nilo (África), o Ganges (Ásia), Danúbio (Europa) e o Rio de Prata (América).


Nesta praça existem duas outras fontes mas esta é a mais conhecida.

Reza a história que as figuras que retratam os rios evitam o olhar para a sua frente e que algumas têm uma expressão de desprezo já que à sua frente se encontra a Igreja Santa Agnese que foi desenhada por um rival de Bernini.

Continuando com a obra de Bernini dirija-se ate à Piazza del Popolo (Praça do Povo) que fica a 10 minutos a pé da Escadaria da Piazza di Spagna (pela Via del Corso) e mesmo em frente á igreja de Santa Maria del Popolo encontra a Fonte dos Leões.
Nesta fonte podem ser visto 4 leões que brotam água pela boca.
No centro da praça existe um obelisco que o Imperador Augustus trouxe para Roma que completa a fonte.


Ao lado desta fonte nesta mesma praça encontra-se Fontana della Dea Roma onde se vê a deusa Roma armada com uma lança e um capacete, é acompanhada pelas estátuas de Tibre e de Aniente e pela loba que alimenta os gémeos Rômulo e Remulo.

A Piazza del Popolo é hoje mais um sitio para relaxar e apreciar o estilo de vida dos romanos.
Mas já foi em tempos a porta de entrada em Roma para os visitantes de outras paragens, pois muitos caminhos da cidade, como ainda hoje acontece, vinham dar aqui.
As duas igrejas romanas muito famosas e quase gémeas ficam nesta praça.
A S. Maria di Montesanto (esquerda) e a S. Maria dei Miracoli (direita) foram desenhadas por Carlo Rainaldi mas devido ás dimensões as torres do topo da igreja não puderam ser iguais.


Experimente andar num dos muitos autocarros que partem daqui e só têm 6 lugares sentados, pois necessitam ser pequenos para entrar nas vielas romanas.

A Piazza de Spagna é outro local que não pode falhar quando visitar Roma.
É mundialmente conhecida por ser na sua escadaria que anualmente se realiza a Moda Roma e deve o seu nome á localização da embaixada espanhola que aqui se encontra.
É um dos locais mais famosos e visitados de Roma.
Também por isso outra fonte que destacamos encontra-se no fundo da Escadaria da Piazza de Spagna e chama-se Fontana della Barcaccia.
Tem a forma de um barco a afundar-se.


Foi construída pelo pai de Bernini e segundo a lenda serve para recordar uma barca que o Rio Tibre trouxe até aqui quando transbordou no século XVI.


Compras

Se gosta de faxer compras veio á cidade certa.
Os italianos por tradição são muito consumistas.
Ah quem diga que eles só vivem para trabalhar, comer e comprar.
Em redor desse ideal existem muitos locais que lhes permitem abastecer-se diariamente.
Se procura exclusividade, então vai até á Piazza di Spagna e desça a Via Condotti.
Encontrara, nesta rua muito movimentada, classe para todos os bolsos e gostos.



Lojas como Dolce&Gabbana, Gucci, Prada, La Perla, Giorgio Armani, Dior entres outros tem aqui a sua sede.


Se percorrer esta rua até ao final chegara a Via del Corso, uma rua comercial tipicamente europeia, onde só circulam os transportes públicos e é possível comer, vestir ou comprar diversas marcas mais acessivéis como Zara, Diesel ou Benetton.
Um pouco mais afastada daqui está a Via Veneto, símbolo da Dolce Vita Romana e sede dos melhores hotéis da cidade.
É aqui que tem de ir para comprar um Rolex.

Os mercados também ocupam o seu lugar em Roma.
Um dos mais conhecido é Campo di Fiori.


Acontece diariamente na praça com o mesmo nome.
Neste mercado, como diz o nome, o produto principal são flores mas também pode comprar produtos alimentares ou outro tipo de coisas.
Aqui exitem diversas bancas que vendem os ingredientes que compõem os famosos molhos italianos, por sinal a preços bastante acessíveis (entre os 2€) pode trazer para casa uma parte do segredo da comida italiana.
O mercado dura até por volta das 13h30, hora que os comerciantes começam a arrumar as bancas e a rua começa a ser limpa.
Nesta praça encontra também vários emigrantes que vendem as famosas falsificações de grandes marcas internacionais, desde malas, carteiras, relógios, etc.
São excelentes copias e não se esqueça de regatear o preço. Não se admire porém que quando esteja a fazer negócio, o vendedor desapareça misteriosamente.
È sinal que os Caribinieri se aproximam.
Após a hora de almoço a praça fica um local calmo onde pode relaxar numa das várias esplanadas e quiçá, se assim o quiser, jogar um pouco de futebol com os miúdos que aí se concentram a meio da tarde.
Á noite é mesmo o lugar ideal para tomar um Cappuccino.

Outro mercado romano conhecido é o de Porta Portese.
Apanhe um autocarro em direcção ao Largo Argentina e aí apanhe uma espécie metro à superfície e saia na Via Portuense.
Este mercado realiza-se todos os domingos de manhã. A hora ideal será chegar antes das 9horas onde a confusão não é tão grande e assim encontra os melhores produtos. Termina por volta das 13h.
Aqui vai encontrar desde produtos novos, falsificações, produtos em 2ª mão e antiquidades. Durante a II Guerra Mundial este local era conhecido como o mercado negro.
Facilmente comparável com a nossa Feira da Ladra ou da Vandoma.
Tenha bastante cuidado com a carteira já que como é um local bastante turístico existem vários carteiristas.


Fique com o Mapa do centro da cidade que lhe permite situar os locais a visitar.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Alojamento em Roma

Existem 3 boas opções de tipos de locais onde ficar alojado em Roma dependendo do tipo de pessoa que é e de quanto está disposto a gastar.

Uma boa opção, para os apaixonados pela natureza, com uma excelente relação qualidade/preço recai sobe o campismo, nomeadamente o Plus Camping Roma, onde a preços bastante acessíveis consegue descansar e ter óptimas condições de higiene e limpeza que normalmente não existem nos campismos.
Aqui pode escolher entre alugar uma tenda, casas, chalés ou levar o seu próprio equipamento (tenda ou caravana) a preços que variam dos 10€ a 25€ por pessoa por dia.

Este campismo tem bar com animação nocturna (caso não se queira deslocar ao centro da cidade), barbecue, campo de volley, 2 piscinas e 2 jacuzzis para se refrescar.
Tem também vários balneários espalhados pelo recinto com lavandaria e sempre muito limpos.

Em frente ao campismo existe um hipermercado, o Panorama, onde pode comprar os ingredientes para as suas refeições e quiçá aproveitar para fazer um churrasco.
Mesmo em frente ao campismo tem uma paragem de autocarro que lhe permite chegar ao centro em menos de 15minutos (quando não há trânsito já que durante o dia o tempo de viagem pode ultrapassar a 1hora para percorrer os cerca de 6 Km de distÂncia até ao centro), ou se preferir um ambiente mais tranquilo pode viajar na camioneta privada do campismo que sai de lá todas as horas certas e sai do centro de Roma (Cipro-Museu Vaticano) todas as meias horas por 1,5€ ida e volta.
O único senão do campismo (fica depois da última estação a oeste da linha A-Batistini) é que não fica a uma distância passível de percorrer a pé do centro daí que se quiser aproveitar a vida nocturna romana, (após a meia noite terminam os transportes públicos), terá de usar o taxi para regressar a casa.

O Plus Camping de Roma também providencia transporte do e para o aeroporto por 10€ por pessoa (recomendamos para quem não conhece a cidade), só precisa de avisar com 48 horas de antecedência por email e mostrar o papel da reserva ao motorista que o for buscar.

Se prefere o conforto de uma cama, o Alice in Wonderland oferece-lhe isso e muito mais.

Extraordinariamente bem localizado, a poucos minutos a pé do Coliseu, fica no último andar de um edificio do Século XVIII recentemente renovado e com uma decoração fantástica.

Por 45€ por pessoa, oferecem televisão por cabo, mini bar, serviço de quartos internet wireless, casa de banho privativa, ar condicionado e pequeno almoço.
A aéra comum a todos os hóspedes possui uma agradável lareira para os dias mais frios e nos dias mais quentes pode usufruir dum terraço excepcional onde pode até bronzear-se.
É ainda possível alugar uma bicicleta ou mota directamente no hotel.
De destacar a limpeza do hotel bem como a segurança do quarto.

Uma opção mais económica e igualmente viável é o Hotel Arcadia, um três estrelas situado perto da estação de Metro de Anagnina (Linha A), a 20 minutos do centro de Roma.


Um quarto para duas pessoas fica por cerca de 50€/60€ (dependendo da epóca) por noite, para os dois, já com pequeno almoço.


Fica numa zona comercial e é muito fácil de encontrar.
Além do mais possui uma recepção aberta 24 horas, o que facilita a quem chega de noite a Roma.

Aceite a nossa sugestão e evite os hoteis ou pousadas próximos do Termini, pois para além de se situarem numa zona perigosa, a falta de qualidade e de limpeza está quase sempre presente, com raras excepções.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2006

Como se Deslocar em Roma


Em Roma a melhor forma de se deslocar é a pé!
Apesar do metro ser limpo, simples (só 2 linhas diferentes), rápido e moderno não é muito abrangente, pois as estações por vezes ficam afastadas do sitio a visitar.
Isso deve-se ás dificuldades em construir linhas sem danificar achados arqueológicos que vão surgindo a todo o momento.
Os autocarros circulam geralmente apinhados, e demoram o dobro do tempo a fazer o mesmo trajecto que você faria a pé.
Mesmo assim, é uma solução barata para quem tem mais tempo.
Os bilhetes para metro e autocarro sao conjuntos, o que quer dizer que por um simples euro pode viajar 75 minutos desde a primeira validação em qualquer transporte público romano.
Existem bilhetes diários que custam 4€ e que permitem viajar 24 horas sem qualquer limite de viagens.
Devem ser validados só na primeira vez de utilização e depois é so apresenta-lo caso apareça o revisor.
Se vai a Roma num fim de semana talvez seja melhor comprar um bilhete de três dias por 11€.
No caso duma estadia mais prolongada opte pelo bilhete de sete dias, que por 16€ lhe permite circular em qualquer transporte público durante uma semana inteirinha, só tem de escrever o seu nome nele.
Os bilhetes estão á venda em qualquer quiosque, e mesmo dentro do Termini escusa procurar uma bilheteira oficial, pois não existem.

Outra boa opção, embora mais arriscada é alugar uma vespa!
É uma forma fantástica de conhecer a cidade, principalmente nos meses de verão, permite-nos uma flexibilidade enorme, serve para conhecer todos os locais principais e percorrer as ruelas de roma em que nem os carros passam e sobretudo é fácil de estacionar sem ter de dar três voltas ao quarteirão.
O aluguer diário de uma scotter varia entre os 35€/45€, dependendo se a mota é de um ou dois lugares, já com seguro, capacetes, assistência em viagem e sem limite de quilómetros.
Quantos mais dias alugar, mais barato fica o preço final.

Se mesmo assim prefere optar pelo pesadelo de alugar um carro na cidade faça-o online na Sixt, uma rent-a-car que lhe permite alugar um Smart a partir de 5€ por dia com 100Km incluídos.

Se fica assustado só de pensar em andar a pé, não fique, vai ajudá-lo a queimar as calorias das excelentes refeições que fará e na capital romana tudo fica perto, não fossem todos os caminhos dar a Roma!

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Como Chegar a Roma



Se vive em Portugal, viajar para Roma de avião é fácil e barato pela Ryanair.
Embora não exista voo directo para Roma, sem passar por Paris, Londres ou Dublin a partir de Portugal, pode sempre deslocar-se até Santiago de Compostela através de uma pequena viagem de carro ou de comboio.
É uma opção mais barata e que possibilita o trajecto directo entre o aeroporto espanhol e o aeroporto de Ciampino numa viagem de cerca de 2.30H.
Se por outro lado, não lhe é possível deslocar-se a Santiago de Compostela, um voo com partidas do Porto ou Faro, com escala numa cidade europeia, pode ainda assim sair por menos de 150€, ida e volta com taxas nas datas certas.
Se tem uns dias a mais disponíveis aproveite e conheça melhor a cidade em que tiver de parar.

Roma é servida por dois aeroporto principais : Ciampino e Fiumicino.
Ambos ficam relativamente perto do centro da cidade, (Ciampino 15 Km), (Fiumicino 30 Km) e com fáceis acessos.
No entanto estas distâncias podem levar cerca de uma hora a percorrer devido ao caótico trânsito romano.
A Ryanair só voa para Ciampino.

Fiumicino, ou Leonardo da Vinci (como também é conhecido), é o principal aeroporto da capital italiana.


Um aeroporto com excelentes ligações ao centro, principalmente através dos caminhos de ferro.
Existe um serviço, o "Fiumicino Express" que nos coloca por 11€ e em 30 minutos, do aeroporto á estação de Termini no centro da cidade.
Este serviço parte e chega diariamente ao Termini da pista 27 da estação.



Ciampino é considerado, apesar de mais central em termos de distância, um aeroporto secundário, para onde viajam as companhias de "Low Cost", e os jactos privados dos senhores de negócios.
Assim que aterrar vai perceber isso pelas dezenas de jactos de luxo que se encontram estacionados nos hangares do aeroporto.
Uma vez em Ciampino, o transporte até ao centro tem de ser feito de táxi ou de camioneta, já que o aeroporto não possui linha de metro nem de comboio.
Existem várias opções para percorrer os cerca de 15 Km até á estação central de Termini, a estação ferroviária mais importante de Roma e a maior da Europa, das quais destacamos duas.
Mais uma vez através da empresa Terravision, neste caso a opção mais cara, cerca de 8€ por percurso, ou 14€ bilhete de ida e volta.
Pode comprar online.
Existem partidas nos 20 minutos seguintes a cada chegada de cada voo até colocar toda a gente necessária no centro e as camionetas estão estacionadas á esquerda do terminal das chegadas.
O regresso é sempre feito a partir do mesmo sitío onde foi deixado, a estaçao de Termini e o último transfer parte sempre 3 horas antes da hora dos voos.
Mesmo que o seu voo seja só de madrugada aproveite o último transfer de horas comerciais, 19.30h para evitar estar de madrugada numa zona perigosa como a de Termini.


A outra opção é ainda mais barata, pela empresa Cotral, uma empresa italiana que cobra 1€, sim, 1 simples Euro desde Ciampino até á estaçao de metro de Anagnina, onde ai pode comprar o bilhete de metro simples para Termini (+1€), ou o que mais se adeque á sua estadia (semanal ou de três dias).
Para ter uma ideia, da estação de Anagnina até á estação de Termini são uns simples 20 minutos de metro.

Esta empresa liga o aeroporto e o centro diariamente até as 11h da noite.

A partir dessa hora o táxi é a única forma de chegar ao centro da capital romana.


Um táxi demora cerca de 30/45 minutos até ao centro durante o dia.
Durante a noite é bem mais rápido mais o serviço também é mais caro.
Em média uma viagem ficara por cerca de 40/50€.
Tenha muita atenção pois é provável que taxistas ilegais se dirigam a si oferecendo os seus serviços.

Procure sempre viajar num dos táxis oficiais de Roma.

São amarelos ou brancos e não tente discutir um preço, tente sempre que o preço seja estabelecido pelo taxímetro.



Se mesmo assim axar que estar a ser enganado fique com o nome do taxista e o número do táxi que tem no exterior da porta.
Em Itália todo o cuidado é pouco, não fosse este o país da Máfia.

domingo, 10 de dezembro de 2006

Comer em Roma


Roma é, na nossa opinião, a melhor capital gastronómica da Europa. Desde pizzas, pastas, lasanhas, pode comer tudo isto a preços mais baratos do que alguma vez pôde imaginar.


Definitivamente a zona mais barata de Roma para se comer é Trastevere (uma zona recatada, com pouco trânsito já que as ruas são demasiado estreitas para carros e ainda pouco conhecida pelo turista). Neste local o mais difícil é escolher o restaurante já que os preços confluem entre eles.
A nossa sugestão é ficar-se por aquele restaurante onde exista uma mesa vaga (o que se pode tornar complicado de conseguir durante as 12h30/14h e as 19h30/22horas).


Os restaurantes em Roma, são exactamente iguais aos que vemos nos filmes, e esta zona não é excepção.
Mesas quadradas para 2, toalhas ao xadrez, velinhas e flores e com alguma sorte um arcodeanista ou violinista.

Os preços são bastante acessíveis.
Pode almoçar, com entrada (salada, sopa ou pão-de-alho), primeiro prato (lasanhas, pizzas, pastas, cannelonni, ...), segundo prato (frango, peixe ou carne) e uma sobremesa á escolha, por apenas 8€.

Estes restaurantes optam também por menus idênticos ao jantar cuja diferença pode variar em 1 ou 2€.
Não se esqueça que o serviço de esplanada é pago. Uma quantia simbólica devido ao óptimo atendimento e excelente refeição que acabou de ter, por 1.5€ por pessoa.
Se durante o dia prefere não parar para almoçar petisque então em qualquer esquina romana.
É fácil encontrar uma pizzaria onde pode comprar tapetes de pizza (em itália as fatias de pizza não se vendem em triângulos e são pagas ao peso).
Depois de cortadas são aquecidas e acredite que vão parecer saídas do forno.
Entre e se não gostar de nenhuma,(o que é muito difícil) não se preocupe pois 100m depois vai encontrar uma nova pizzaria.
Evite pizzarias que não pertençam a italianos já que os ingredientes das pizzarias estrangeiras, nomeadamente chinesas (sim, eles também já fazem pizza) são de qualidade bastante inferior para além de praticarem preços absurdos para a pouca qualidade que têm.



Para além da famosa comida, os italianos fazem sobremesas fantásticas.
Os apreciadores de tiramisu não terão dificuldades em deliciar-se e os gelados serão concerteza uma das melhores tentações italianas.
Prove pois têm um sabor do melhor que vai experimentar na sua vida.

Qualquer gelataria é excelente, e mesmo junto das zonas turísticas, como a Piazza de Spagna é possível comer um gelado gigante de 6 bolas por uns meros 6€.

Roma tem várias praças cheias de animação, comércio e esplanadas.
No entanto estes locais praticam valores demasiado elevados.
Sugerimos que compre um gelado e se sente num passeio a apreciar os animadores de rua.
Se no entanto preferir comer outra coisa ou queira mesmo descansar numa esplanada afaste-se do cafe Ai Tre Tartufi na Piazza Navona.
Os Wc's são do mais sujo que vai encontrar na sua vida, fazem os preços conforme o turista (apesar de ter uma ementa com os preços fixados) e os empregados são extremamente rudes. Prefira a esplanada em frente a esta.

Claro que também existe fast food em Roma, mas os famosos McDonnald's e casas semelhantes não estão em qualquer esquina como em Londres por exemplo. Se está com saudades de um hamburguer então procure bem já que não vai encontrar com tanta facilidade.

No Vaticano, ao contrário do que muitas pessoas possam pensar, é possível também fazer refeições com menus semelhantes aos de Trastevere por menos de 10€.
Por isso se tirou a manhã para estar na fila para entrar no Museu do Vaticano não se preocupe pois à saída vai encontrar bons restaurantes a preços acessíveis.
Se o seu destino é o Plus Camping Roma irá encontrar em frente a este o supermercado Panorama e um pouco mais à frente uma Mcdonnald's e uma Pans and Company.
Os preços no supermercado são muito acessíveis e também eles fazem pizzas caseiras, mas nada que se comparem às feitas no centro da cidade antiga.
Se o normal das suas férias é emagrecer, esqueça pois em Roma com certeza que irá ganhar uns quilos já que é quase impossível parar de comer.